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Mulher de 36 anos com obesidade apresenta três a quatro episódios ao mês de dor de cabeça intensa e debilitante nos últimos dois anos. A cefaleia dura de um a dois dias. O episódio álgico costuma ocorrer na têmpora direita, na região frontal direita e atrás do olho direito, embora às vezes, ela se localize em região bifrontal. Frequentemente, há rinorreia e congestão associadas às dores de cabeça. Ela nega qualquer aura ou características neurológicas. A dor é geralmente profunda, mas latejante quando intensa. Algumas vezes, relata presença de náuseas, mas sem vômitos e diz que precisa usar óculos escuros e ir para uma sala silenciosa porque “não consegue funcionar”.

Em relação à competência baseada em sinais e sintomas, na paciente descrita, o diagnóstico mais provável é:
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Paciente de 72 anos com DPOC grau IV (pela Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica/GOLD) é atendido em consulta de rotina. O paciente tem se mantido estável nos últimos meses e faz uso regular de bronco-dilatadores inalatórios (antagonista muscarínico de longa duração e β-agonista de longa duração). Ele é ex­ -tabagista e parou de fumar há mais de 2 anos. Seu IMC é de 18,5 kg/m2 . No interrogatório de órgão e sistemas, o paciente relata dores de cabeça matinais e dificuldade de concentração. A gasometria arterial em ar ambiente mostra: pH 7,32; PO2 : 62 mmHg; PCO2 : 57 mmHg; bicarbonato: 30 mEq/L.

O próximo passo recomendado de escolha é indicar
Mulher de 44 anos tem diabetes mellitus tipo 2 bem controlada nos últimos anos com um regime de múltiplas injeções diárias de insulina: 6 UI da lispro no início das refeições (com escala de correção de 1 UI para cada 50 mg/ dL quando a glicemia é superior a 150 mg/dL); 34 UI de insulina glargina à noite. A paciente expressa consternação com a carga do tratamento, pois as múltiplas injeções diárias de insulina e a necessidade de verificações frequentes da glicemia são muitas vezes inconvenientes. Ela também está preocupada com o ganho de peso de 6,8 kg no último ano. Seu registro de glicemia demonstra um controle glicêmico razoável, mas com hiperglicemia pós-prandial variável. Ao exame físico: pressão arterial: 130 x 82 mmHg; frequência cardíaca: 76 bpm; IMC: 34,2 kg/m²; não há adiposidade supraclavicular/nucal ou estrias abdominais. Exames séricos: hemoglobina A1c: 7,2%; anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico: indetectáveis.

Nessa paciente, o melhor próximo passo no tratamento é:
Homem de 68 anos com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE de 32%) devido à cardiomiopatia não isquêmica é avaliado em consulta de retorno. Nega edema ou ortopneia, mas relata dispneia e fadiga ao subir ladeiras ou carregar compras. Os medicamentos em uso são: metoprolol: 50 mg, duas vezes ao dia; enalapril: 10 mg, duas vezes ao dia; furosemida: 20 mg/dia; espironolactona: 25 mg/dia. Ao exame físico: frequência cardíaca: 62 bpm; pressão arterial: 108 x 65 mmHg; pressão venosa jugular é medida em 8 cmH2O; ausculta pulmonar limpa; não há edema de membros inferiores. Exames séricos: potássio: 4,5 mEq/dL; creatinina: 1,2 mg/dL.

Constitui o próximo passo de maior relevância
Homem de 74 anos apresenta quadro de 2 dias com diarreia aquosa, evoluindo com lesões cutâneas cheias de líquido há 1 dia. O histórico é positivo para doença hepática crônica de etiologia idiopática. Ele refere ter retornado recentemente de uma viagem ao litoral, onde fez pescarias, mas nega ter entrado no mar, além de ter se hospedado em um resort com piscinas. Ao exame físico: desidratado 2+/4; temperatura: 38,3 °C; pressão arterial: 88 x 52 mmHg; frequência cardíaca: 115 bpm. A hemocultura tem crescimento de: bastonetes gram-negativos curvos observados à microscopia.

A etiologia infecciosa mais provável é: