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Mulher de 35 anos dá entrada em unidade de pronto-atendimento com quadro de dor abdominal de início súbito há 30 minutos, intensa, inicialmente em epigástrio irradiando-se para todo o abdome, associada a náuseas sem vômitos. Como antecedentes, refere hipertensão arterial em uso de captopril e “gastrite” de longa data em uso irregular de ranitidina. Ao exame clínico, o médico verifica taquicardia, desidratação, abdome rígido (“em tábua”) com sinais de peritonismo e sem ruídos hidroaéreos. Radiografia de abdome ortostática evidenciou pneumoperitônio. A principal hipótese diagnóstica e a conduta, respectivamente, são:

Em uma unidade de pronto-atendimento, o médico atende um homem de 60 anos com antecedentes pessoais de tabagismo, obesidade e refluxo gastroesofágico, com seguimento médico regular e avaliação cardiológica recente com diversos exames laboratoriais e de imagem dentro da normalidade. Refere ter iniciado, após ingestão de uma “refeição pesada”, quadro de queimação epigástrica irradiada para o pescoço, associada a falta de ar e sudorese. Ao exame clínico apresenta frequência cardíaca de 105 bpm, PA = 120 × 80 mmHg, hiperfonese de B2 à ausculta cardíaca, ausculta pulmonar normal, sem outras alterações relevantes. Eletrocardiograma de entrada sem alterações exceto infradesnivelamento do segmento ST nas derivações D2, D3 e aVF. A principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais apropriada, respectivamente, são:

Sobre as hepatites virais, analise:

I. A hepatite A é de transmissão essencialmente fecal-oral, cursa frequentemente com infecção subclínica na infância, tende a ser mais sintomática e mais grave em adultos, e pode ser evitada por vacinação em adultos que nunca tiveram contato com o vírus.

II. A hepatite B é transmitida por contato sexual e cursa mais frequentemente com doença aguda em adultos com baixa taxa de cronificação. Pode ser evitada por vacinação, sendo verificada a soroconversão pós-vacinal por meio do anticorpo anti-HBc.

III. A hepatite C apresenta elevadas taxas de cronificação, não pode ainda ser evitada por vacinação e tem na biópsia hepática um importante marcador da evolução da doença.

Sobre os itens I, II e III:

Em relação ao uso de substâncias psicoativas, como o álcool e outras drogas, há diferentes padrões de consumo e riscos relacionados:

Padrões de consumo:

I. consumo de baixo risco;

II. uso nocivo;

III. dependência.

Riscos relacionados:

Alfa – consumo se mostra compulsivo e destinado à evitação de sintomas de abstinência e cuja intensidade é capaz de ocasionar problemas sociais, físicos e ou psicológicos.

Beta – consumo de álcool em baixas doses, cercado das precauções necessárias à prevenção de acidentes relacionados.

Gama – indivíduos que bebem eventualmente, mas são incapazes de controlar ou adequar seu modo de consumo, o que pode levar a problemas sociais (brigas, faltas no emprego), físicos (acidentes) e psicológicos (heteroagressividade).

A correlação correta entre padrão de consumo e riscos relacionados ocorre em:

Um homem de 56 anos, tabagista, em uso de hidroclorotiazida e enalapril procura o pronto-socorro por dor retroesternal há 3 horas. No dia anterior havia apresentado dor semelhante antes de adormecer e pela manhã acordou com o mesmo desconforto. O exame físico é normal e o ECG mostra:



O diagnóstico mais provável é de