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Considere que uma mulher de 26 anos de idade, em acompanhamento com a Estratégia de Saúde da Família há 15 anos, atualmente está em tratamento de distúrbio ansioso depressivo, sem outras comorbidades. Ela busca o acolhimento, relatando que se casará em breve, e solicita o seu prontuário para levá‑lo à nova unidade de referência, no bairro vizinho.
Nesse caso, a conduta mais adequada é
Considere uma mulher de 45 anos de idade, portadora de Diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos, que comparece ao ambulatório referindo uso irregular de metformina, sedentarismo e dieta desbalanceada. Relata fadiga, poliúria e polidipsia. Exames recentes revelam glicemia de jejum = 280 mg/dL; hemoglobina glicada (HbA1c) = 9,5%; creatinina = 0,9 mg/dL; e IMC = 30 kg/m2 .
Nesse caso, a conduta mais adequada a ser adotada é:
Considere que um homem de 58 anos de idade, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave, chega ao pronto atendimento com dispneia intensa, uso de musculatura acessória e rebaixamento do nível de consciência. Gasometria: Ph = 7,15; PaCO2 = 85 mmHg; PaO2 = 50 mmHg com oxigênio suplementar.
O residente que está atendendo esse paciente indica intubação orotraqueal imediata, diante da gravidade do quadro. Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Considere que um homem de 54 anos de idade, etilista, apresenta episódio único de hematêmese discreta há 12 horas. No pronto atendimento, encontra‑se estável: PA = 130x80 mmHg, FC = 84 bpm, sem sinais de choque ou repercussão hemodinâmica. Hemoglobina = 13 g/dL, exames laboratoriais sem alterações significativas. O residente que está atendendo esse paciente solicita endoscopia eletiva para investigação diagnóstica, sem adotar medidas imediatas adicionais.
Nesse caso, a conduta do preceptor que está supervisionando esse residente deve ser:
Considere uma mulher de 30 anos de idade que procura atendimento ambulatorial relatando disúria há três dias, polaciúria e urgência miccional. Refere ainda episódio isolado de hematúria macroscópica e leve dor suprapúbica. Nega febre, náuseas, vômitos ou dor lombar. Ao exame físico, apresenta?se em bom estado geral, afebril, abdome flácido e doloroso à palpação suprapúbica, sem sinais de peritonismo; ausência de dor à punho?percussão lombar bilateral. Os exames laboratoriais prévios mostram hemograma sem leucocitose, urina tipo I com leucocitúria e hematúria discretas.
Diante desse quadro, a conduta mais adequada a ser adotada é: