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Uma gestante de 20 semanas realizou o rastreamento pré-natal para infecções de transmissão vertical. Recebeu um resultado reagente para HTLV-1/2 através de um teste sorológico por quimioluminescência (CLIA). A paciente não possui fatores de risco conhecidos, permanece assintomática e pergunta se precisará realizar cesariana eletiva e se poderá amamentar seu filho.

A próxima conduta mais apropriada é
Uma gestante de 39 semanas, 34 anos, G2P1, sem comorbidades e com pré-natal de risco habitual, solicita a realização de cesariana eletiva por receio intenso da dor do parto vaginal e por experiências negativas relatadas por familiares. Após receber informações detalhadas sobre riscos e benefícios das vias de parto, alternativas analgésicas, possibilidade de mudança de decisão e repercussões maternas e neonatais, manifesta reiteradamente sua preferência pela cesariana. O obstetra registra toda a discussão em prontuário e a paciente assina Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

À luz do Estatuto dos Direitos do Paciente e dos princípios bioéticos, assinale a afirmativa correta a respeito da conduta mais adequada.
Mulher de 42 anos relata dismenorreia progressiva e menorragia há dois anos. A ultrassonografia transvaginal mostra útero globoso, mas o resultado é considerado inconclusivo pelo examinador. É solicitada ressonância magnética da pelve, que evidencia espessura da zona juncional de 14 mm, com focos de alta intensidade de sinal na zona juncional em sequência ponderada em T2.

O achado descrito na ressonância magnética é considerado 
Mulher de 52 anos, há dois anos em amenorreia, refere fogachos moderados a intensos e procura atendimento ginecológico para tratamento. Nega hipertensão arterial, diabetes, tabagismo e antecedente pessoal de trombose. Exame físico e mamografia recentes são normais. Deseja iniciar terapia hormonal para controle dos sintomas.

Considerando o perfil de risco dessa paciente, a via de administração de estrogênio mais adequada para o início da terapia hormonal, dentre as opções a seguir, seria a via
Mulher de 24 anos, vivendo com HIV, inicia acompanhamento em unidade de referência em infectologia. Relata início da vida sexual aos 17 anos, encontra-se em uso regular de terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem de linfócitos CD4 preservada. Nunca realizou exame preventivo do colo do útero.

Considerando as recomendações das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero vigentes, a conduta correta quanto ao início do rastreamento nessa paciente é