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Mulher de 27 anos procura atendimento por episódios
recorrentes de mudança de coloração nos dedos das mãos
desencadeados pelo frio. Relata que os dedos ficam inicialmente
esbranquiçados, depois arroxeados e, por fim, avermelhados,
acompanhados de parestesia.
Assinale a opção que descreve corretamente o fenômeno de Raynaud.
Assinale a opção que descreve corretamente o fenômeno de Raynaud.
Associe as sentenças a seguir, que descrevem doenças
osteometabólicas, aos respectivos comentários, que apresentam
os achados laboratoriais mais típicos.
Sentenças (doenças):
I. Osteoporose pós-menopausa.
II. Osteomalácia por deficiência de vitamina D.
III. Hiperparatireoidismo primário (osteíte fibrosa cística).
IV. Doença de Paget do osso.
V. Osteogênese imperfeita.
Comentários (perfis laboratoriais):
( ) Alterações genéticas do colágeno tipo I, sem padrão laboratorial específico; cálcio, fósforo, FA e PTH geralmente normais.
( ) Cálcio e fósforo normais; fosfatase alcalina normal; PTH normal.
( ) Cálcio baixo, fósforo baixo, fosfatase alcalina elevada, PTH discretamente elevado.
( ) Cálcio alto, fósforo baixo, fosfatase alcalina elevada, PTH elevado.
( ) Cálcio e fósforo normais; fosfatase alcalina muito elevada; PTH normal.
Os perfis correspondem, respectivamente, às doenças
Sentenças (doenças):
I. Osteoporose pós-menopausa.
II. Osteomalácia por deficiência de vitamina D.
III. Hiperparatireoidismo primário (osteíte fibrosa cística).
IV. Doença de Paget do osso.
V. Osteogênese imperfeita.
Comentários (perfis laboratoriais):
( ) Alterações genéticas do colágeno tipo I, sem padrão laboratorial específico; cálcio, fósforo, FA e PTH geralmente normais.
( ) Cálcio e fósforo normais; fosfatase alcalina normal; PTH normal.
( ) Cálcio baixo, fósforo baixo, fosfatase alcalina elevada, PTH discretamente elevado.
( ) Cálcio alto, fósforo baixo, fosfatase alcalina elevada, PTH elevado.
( ) Cálcio e fósforo normais; fosfatase alcalina muito elevada; PTH normal.
Os perfis correspondem, respectivamente, às doenças
Mulher de 49 anos apresenta dor óssea difusa, fraqueza muscular
proximal e dificuldade para subir escadas. Ao exame físico, dor à
palpação em arcos costais e ossos longos. Exames laboratoriais:
cálcio sérico baixo, fósforo baixo, fosfatase alcalina elevada, PTH
discretamente elevado. Densitometria óssea mostra baixa
densidade mineral óssea.
A hipótese diagnóstica mais provável e o mecanismo envolvido são:
A hipótese diagnóstica mais provável e o mecanismo envolvido são:
Associe as sentenças a seguir, que descrevem casos clínicos
sintéticos, aos respectivos comentários, que indicam o
mecanismo fisiopatológico predominante.
Sentenças (casos clínicos):
I. Mulher de 70 anos, pós-menopausa, com fratura de rádio distal após queda da própria altura; densitometria mostra Tscore -2,8.
II. Homem de 55 anos, com dor óssea difusa, fraqueza muscular proximal e fraturas recorrentes; laboratorial com hipocalcemia, hipofosfatemia e fosfatase alcalina elevada.
III. Homem de 45 anos, com cálculos renais recorrentes e dor óssea; exames mostram hipercalcemia, hipofosfatemia e PTH elevado.
IV. Mulher de 65 anos, assintomática, com fosfatase alcalina muito elevada; cintilografia revela lesão em calota craniana e fêmur; radiografia mostra espessamento cortical irregular.
V. Criança de 8 anos, com múltiplas fraturas desde os primeiros anos de vida, escleras azuladas e deformidades ósseas progressivas.
Comentários (mecanismos fisiopatológicos):
( ) Aumento da reabsorção óssea por deficiência estrogênica e desequilíbrio osteoclasto/osteoblasto.
( ) Defeito na mineralização da matriz óssea devido à deficiência de vitamina D.
( ) Estímulo excessivo da reabsorção óssea por hiperparatireoidismo primário.
( ) Remodelamento ósseo acelerado e desorganizado, com formação de osso estruturalmente anormal.
( ) Defeito genético na síntese de colágeno tipo I, resultando em fragilidade óssea congênita.
Os mecanismos correspondem, respectivamente, aos casos clínicos
Sentenças (casos clínicos):
I. Mulher de 70 anos, pós-menopausa, com fratura de rádio distal após queda da própria altura; densitometria mostra Tscore -2,8.
II. Homem de 55 anos, com dor óssea difusa, fraqueza muscular proximal e fraturas recorrentes; laboratorial com hipocalcemia, hipofosfatemia e fosfatase alcalina elevada.
III. Homem de 45 anos, com cálculos renais recorrentes e dor óssea; exames mostram hipercalcemia, hipofosfatemia e PTH elevado.
IV. Mulher de 65 anos, assintomática, com fosfatase alcalina muito elevada; cintilografia revela lesão em calota craniana e fêmur; radiografia mostra espessamento cortical irregular.
V. Criança de 8 anos, com múltiplas fraturas desde os primeiros anos de vida, escleras azuladas e deformidades ósseas progressivas.
Comentários (mecanismos fisiopatológicos):
( ) Aumento da reabsorção óssea por deficiência estrogênica e desequilíbrio osteoclasto/osteoblasto.
( ) Defeito na mineralização da matriz óssea devido à deficiência de vitamina D.
( ) Estímulo excessivo da reabsorção óssea por hiperparatireoidismo primário.
( ) Remodelamento ósseo acelerado e desorganizado, com formação de osso estruturalmente anormal.
( ) Defeito genético na síntese de colágeno tipo I, resultando em fragilidade óssea congênita.
Os mecanismos correspondem, respectivamente, aos casos clínicos
Mulher de 55 anos, G4P4, com história de sangramento vaginal
irregular e dor pélvica há 4 meses.
Ao exame especular, lesão exofítica visível no colo uterino com sangramento ao toque. Toque vaginal revela extensão da lesão para o terço inferior da vagina e fixação à parede pélvica esquerda. Urografia excretora evidencia hidronefrose à esquerda. Tomografia computadorizada sem sinais de metástases à distância. Biópsia confirma carcinoma epidermoide invasivo.
Com base nas informações clínicas e no estadiamento FIGO 2018, o estadiamento mais adequado é o
Ao exame especular, lesão exofítica visível no colo uterino com sangramento ao toque. Toque vaginal revela extensão da lesão para o terço inferior da vagina e fixação à parede pélvica esquerda. Urografia excretora evidencia hidronefrose à esquerda. Tomografia computadorizada sem sinais de metástases à distância. Biópsia confirma carcinoma epidermoide invasivo.
Com base nas informações clínicas e no estadiamento FIGO 2018, o estadiamento mais adequado é o