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Homem de 45 anos apresenta fraqueza proximal simétrica de
membros com progressão lenta nos últimos anos, associada a
fasciculações periorais, disfagia leve, ginecomastia e disfunção
erétil. A eletroneuromiografia evidencia desnervação crônica
bulboespinhal. Há história familiar de sintomas semelhantes em
parentes do sexo masculino, por parte materna.
O diagnóstico mais provável nesse caso é
O diagnóstico mais provável nesse caso é
Homem de 38 anos é avaliado por quadro progressivo de
fraqueza assimétrica em membros superiores, miofasciculações e
disartria há 8 meses. Seu pai faleceu com diagnóstico de
esclerose lateral amiotrófica aos 52 anos.
A eletroneuromiografiade evidencia desnervação ativa e crônica em segmentos bulbar, cervical e lombossacro. A suspeita de ELA familiar é levantada.
A alteração genética que representa a causa mais comum de esclerose lateral amiotrófica familiar e que também pode estar presente em casos esporádicos é
A eletroneuromiografiade evidencia desnervação ativa e crônica em segmentos bulbar, cervical e lombossacro. A suspeita de ELA familiar é levantada.
A alteração genética que representa a causa mais comum de esclerose lateral amiotrófica familiar e que também pode estar presente em casos esporádicos é
Homem de 58 anos apresenta, há 8 meses, fraqueza progressiva
em membro superior direito, seguida de atrofia muscular,
fasciculações e hiperreflexia ipsilateral, além de hiperreflexia e
espasticidade leve em membros inferiores.
O exame neurológico confirma comprometimento motor puro, sem alterações sensitivas ou cognitivas. A eletroneuromiografia revela neuronopatia motora nas regiões bulbar, cervical e lombossacral. Foram excluídas causas alternativas por exames laboratoriais e de imagem.
De acordo com os critérios diagnósticos de Awaji, esse caso preenche os critérios para
O exame neurológico confirma comprometimento motor puro, sem alterações sensitivas ou cognitivas. A eletroneuromiografia revela neuronopatia motora nas regiões bulbar, cervical e lombossacral. Foram excluídas causas alternativas por exames laboratoriais e de imagem.
De acordo com os critérios diagnósticos de Awaji, esse caso preenche os critérios para
Paciente de 42 anos apresenta fraqueza progressiva com
predomínio em membros inferiores, com perda de reflexos,
disestesia distal e instabilidade de marcha, com evolução de 3
meses.
A eletroneuromiografia mostra polineuropatia desmielinizante com baixa dispersão temporal. O líquor revela proteinorraquia discretamente aumentada (60 mg/dL), com poucas células. Sorologia revela autoanticorpos contra neurofascina-155 (NF155). Após ciclo de imunoglobulina intravenosa (IGIV), o paciente mantém piora progressiva.
A equipe discute mudança terapêutica. Das condutas abaixo, a mais apropriada nesse cenário é
A eletroneuromiografia mostra polineuropatia desmielinizante com baixa dispersão temporal. O líquor revela proteinorraquia discretamente aumentada (60 mg/dL), com poucas células. Sorologia revela autoanticorpos contra neurofascina-155 (NF155). Após ciclo de imunoglobulina intravenosa (IGIV), o paciente mantém piora progressiva.
A equipe discute mudança terapêutica. Das condutas abaixo, a mais apropriada nesse cenário é
Homem de 58 anos apresenta fraqueza progressiva simétrica em
membros inferiores e superiores, associada a parestesias e perda
de reflexos, com evolução ao longo de 3 meses.
A eletroneuromiografia evidencia polineuropatia sensitivomotora com sinais de desmielinização difusa. O líquor mostra dissociação albumino-citológica. Ao exame, marcha instável e força grau 3 nos quatro membros. Nega crises agudas ou piora súbita. O diagnóstico de polineuropatia desmielinizante crônica (CIDP) é considerado.
A conduta terapêutica inicial mais apropriada nesse caso é
A eletroneuromiografia evidencia polineuropatia sensitivomotora com sinais de desmielinização difusa. O líquor mostra dissociação albumino-citológica. Ao exame, marcha instável e força grau 3 nos quatro membros. Nega crises agudas ou piora súbita. O diagnóstico de polineuropatia desmielinizante crônica (CIDP) é considerado.
A conduta terapêutica inicial mais apropriada nesse caso é