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Homem,68 anos, hipertenso e diabético, encontra-se no primeiro pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea. Evolui na UTI com pressão arterial de 85/55 mmHg, frequência cardíaca regular de 112 bpm, extremidades frias, oligúria e elevação progressiva do lactato. Está em ventilação mecânica, sedado, com drenos torácicos sem sangramento significativo.
À avaliação hemodinâmica, observam-se:

Pressão venosa central: 18 mmHg;
Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 22 mmHg;
Índice cardíaco: 1,8 L/min/m2 ;
Resistência vascular sistêmica: elevada;
Saturação venosa mista de oxigênio: reduzida;
Ecocardiograma à beira-leito: disfunção sistólica ventricular esquerda global, sem sinais de tamponamento cardíaco ou disfunção valvar aguda relevante.

A conduta inicial mais adequada é:
Mulher de 74 anos é trazida pela família por esquecimento progressivo há 2 anos, repetição de perguntas em curto intervalo, perda recorrente de objetos e dificuldade crescente para administrar finanças domésticas. A família nega alucinações visuais, flutuação cognitiva importante, parkinsonismo precoce, quedas inexplicadas ou alteração comportamental marcante no início do quadro. Ao exame: prejuízo da memória episódica e da função executiva, sem sinais focais, sem alteração de marcha precoce, sem incontinência urinária. Mini-exame do estado mental: 19/30.

A hipótese diagnóstica mais provável é:
Paciente do sexo feminino,34 anos, sem comorbidades, relata “a pior dor de cabeça da vida”, de início explosivo durante atividade física, com vômitos e rigidez de nuca. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste, realizada 10 horas após o início da dor, não mostra sangramento. O exame neurológico não evidencia déficit focal nem alteração do nível de consciência.

Qual seria a conduta inicial mais adequada nesse caso?
Homem de 45 anos é trazido ao pronto-socorro em crise tônico-clônica generalizada contínua há 8 minutos. São instituídos oxigênio suplementar, acesso venoso periférico e monitorização. Glicemia capilar: 92 mg/dL. Não há história conhecida de epilepsia ou uso de medicamentos.

A conduta medicamentosa inicial mais adequada é
Mulher de 29 anos, obesa (IMC 34 kg/m2 ), previamente hígida, refere cefaleia holocraniana progressiva há 4 semanas, vômitos em jato e episódios de diplopia horizontal. Ao exame neurológico: papiledema bilateral grau II e paresia do nervo abducente (VI) à direita. Tomografia computadorizada de crânio realizada na chegada não mostra lesão expansiva, hemorragia ou hidrocefalia.

Antes de prosseguir com a punção lombar para medida da pressão de abertura, qual seria a conduta diagnóstica mais adequada nesse caso?