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Considere os achados clínicos e laboratoriais abaixo.
I. Hemoglobina glicada superior a 8%.
II. LDL-colesterol superior a 180 mg/dL.
III. Elevação do nível sérico de prolactina.
IV. Pressão arterial de 170 × 50 mmHg.
Serão encontrados com maior probabilidade numa mulher de 45 anos que apresenta dosagem de TSH muito elevada, APENAS os dados:
I. Hemoglobina glicada superior a 8%.
II. LDL-colesterol superior a 180 mg/dL.
III. Elevação do nível sérico de prolactina.
IV. Pressão arterial de 170 × 50 mmHg.
Serão encontrados com maior probabilidade numa mulher de 45 anos que apresenta dosagem de TSH muito elevada, APENAS os dados:
Considere as seguintes endocrinopatias:
I. hipotireoidismo.
II. doença de Addison.
III. hipogonadismo.
IV. hiperparatireoidismo.
São causas de osteoporose, APENAS:
I. hipotireoidismo.
II. doença de Addison.
III. hipogonadismo.
IV. hiperparatireoidismo.
São causas de osteoporose, APENAS:
Comparando-se os pacientes com cetoacidose diabética (CAD) aos portadores de estado hiperosmolar hiperglicêmico (EHH) encontramos:
Pelas orientações do Suporte Avançado de Vida em Cardiologia, no tratamento de fibrilação ventricular, em substituição à primeira ou segunda dose de epinefrina, pode-se administrar
São apresentadas as principais características de acidentes ofídicos de que foram vítimas três grupos de pacientes:
- GRUPO I: 90% dos envenenamentos ofídicos no Brasil. Necrose em extremidade com posterior evolução para amputação, gengivorragia, equimoses e hematúria.
- GRUPO II: 9% dos casos. Fenômenos neuroparalizantes de aparecimento precoce: ptose palpebral, oftalmoplegia, mialgia, mioglobinúria, insuficiência renal aguda.
- GRUPO III: menos de 1% dos casos registrados no Brasil devido a pouca agressividade da serpente.Nas formas graves há ptose palpebral, pupilas midriáticas e insuficiência respiratória aguda.
Acidentes elapídico, crotálico e botrópico correspondem, respectivamente, aos grupos
- GRUPO I: 90% dos envenenamentos ofídicos no Brasil. Necrose em extremidade com posterior evolução para amputação, gengivorragia, equimoses e hematúria.
- GRUPO II: 9% dos casos. Fenômenos neuroparalizantes de aparecimento precoce: ptose palpebral, oftalmoplegia, mialgia, mioglobinúria, insuficiência renal aguda.
- GRUPO III: menos de 1% dos casos registrados no Brasil devido a pouca agressividade da serpente.Nas formas graves há ptose palpebral, pupilas midriáticas e insuficiência respiratória aguda.
Acidentes elapídico, crotálico e botrópico correspondem, respectivamente, aos grupos