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Os investimentos do Conselho Federal de Psicologia (CFP) para alinhar a avaliação psicológica na perspectiva dos direitos humanos são dignos de nota, pois muito se avançou na elaboração de normativas para orientar o processo avaliativo considerando os diversos contextos em que a avaliação é empregada. No contexto educacional, a avaliação psicológica tem como função:
A saúde mental não se limita apenas ao que sentimos individualmente. Ela é uma rede de fatores relacionados. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a saúde mental pode ser considerada um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade. A prática psicológica em saúde mental deve considerar o indivíduo a partir de uma abordagem:
O diagnóstico inicial é uma hipótese que orienta a intervenção. As pessoas mudam, crescem, enfrentam novas situações, e o sofrimento psíquico se altera. Com base nessa premissa, podemos entender que o diagnóstico clínico deve ser compreendido como:
A Resolução nº 009/2018 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) estabelece as diretrizes para a Avaliação Psicológica (AP), regulamenta o Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos (SATEPSI) e unifica normas anteriores, definindo o uso de testes e métodos psicológicos no Brasil, focando na ética, validade científica e direitos humanos, sendo o documento vigente para psicólogos sobre o tema. O uso de testes psicológicos em contextos organizacionais tem como finalidade:
O avanço da Psicologia Escolar no novo século evidencia a importância de a atuação profissional considerar a prevenção e a promoção da saúde e do bem-estar subjetivo dos estudantes, valorizando ainda o trabalho integrado com diferentes setores, como a família, a escola e a comunidade. Das alternativas abaixo, aquela que embasa a contribuição da atuação do psicólogo na interface educação–saúde é a seguinte: