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A PNAS/2004 consolidou a assistência social como política pública de Estado, articulando-se ao SUAS e incorporando as diretrizes da LOAS. Autores como Yasbek (2009) e Sposati (2013) destacam a centralidade da descentralização político-administrativa, da cooperação federativa e do financiamento compartilhado. O modelo reafirma o controle social como eixo normativo e busca romper com práticas clientelistas e centralizadoras. Considerando esse marco, qual proposição reflete com maior rigor o desenho federativo?  
As transformações do capitalismo contemporâneo, sob a hegemonia neoliberal, impactaram profundamente a questão social e suas formas de enfrentamento. Nesse cenário, qual proposição melhor traduz essa inflexão? 
As reformas previdenciárias recentes tensionam os princípios constitucionais de solidariedade e universalidade, aproximando a previdência de lógicas de mercado. Qual proposição traduz criticamente essas contradições?
O Projeto Ético-Político (CFESS/1993 e desdobramentos) reelabora a tradição crítica apoiada em Iamamoto e Netto, articulando emancipação humana, democracia substantiva e universalização de direitos. Rejeita neutralismo técnico, pragmatismos gerencialistas e individualismos liberais, afirmando o vínculo com lutas coletivas, classe trabalhadora e radicalização democrática como horizonte normativo-político da profissão. Qual alternativa exprime corretamente esse horizonte?
A tradição crítica latino-americana de Ruy Mauro Marini, Theotônio dos Santos e Florestan Fernandes, retomada por Iamamoto e Netto interpreta a questão social como produto históricoestrutural da dependência, da superexploração do trabalho e da articulação centro-periferia. Recusam leituras moralizantes, psicologizantes ou gerencialistas, reafirmando a centralidade das relações de produção e da posição subordinada periférica. Nessa chave teórico-crítica, qual proposição traduz com maior precisão esse fundamento?