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Asseverou a Agência Brasil que a abstenção dos eleitores no segundo turno das eleições municipais ficou próxima do patamar
registrado durante as restrições provocadas pela pandemia de Covid-19.A Justiça Eleitoral registrou, em todo o país, a ausência de
29,26% do eleitorado. O percentual equivale a 9,9 milhões de eleitores que não compareceram às urnas. O número de ausentes foi
consolidado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2020, durante a pandemia de Covid, a abstenção no segundo turno foi de
29,53%. Nas eleições presidenciais de 2022, abstenção no segundo turno foi de 20,57%. O alto índice de abstenção no segundo
turno foi registrado principalmente em capitais das regiões Sul e Sudeste do país, de modo que podemos assinalar corretamente
apenas o que se afirma em:
O ano de 2024 quebrou mais um recorde. Só que desta vez, no quesito “desastres ambientais”. O Brasil bateu recorde
de emissões de carbono, chegando a um volume de 183 milhões de toneladas, de acordo com o levantamento do Serviço de
Monitoramento Atmosférico Copernicus (Cams). Desse total, um terço (65 milhões de toneladas) foi emitido apenas no mês
de setembro. Ainda, estatisticamente, o Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de registros em 14 anos:
foram 68.635 ocorrências, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período em 2023. Somente em setembro, foram
registrados 83.157 casos, tornando este o pior mês do ano em número histórico, até então, de acordo com o Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (INPE). Sendo responsável por emissões recorde de carbono em um curto período de tempo, sob o ponto de
vista energético, o país pode experimentar um agravamento de escassez de recursos hídricos a partir de tais eventos. Do ponto
de vista energético, as consequências vêm a médio e longo prazo, impactando na nossa maior fonte da matriz energética, que é a
hídrica. Tais inferências nos levam diretamente ao preocupante índice de
Desafortunadamente, 2023 foi um ano violento no cenário
global. A guerra estourou entre Israel e o Hamas em Gaza,
causando a morte de milhares de palestinos e centenas de
israelenses, incluindo muitas crianças de ambos os lados. E a
amarga guerra entre a Rússia e a Ucrânia continuou sem fim
à vista. Como resultado do foco nesses dois conflitos, outros
países ficaram fora do radar de muitas pessoas. Porém,
algumas dessas nações estão lidando com uma agitação latente
que entraram em erupção em 2024 e chamaram a atenção do
mundo, a exemplo da guerra civil que segundo a ONU já causou
mais de 300 mil mortes desde seu início em 2014, e que também
continua sem horizonte visível para seu fim. Ainda segundo
a ONU, metade das mortes naquele país foram causadas
diretamente pelo conflito armado, enquanto que a outra metade
ocorreu em consequência da fome e de doenças causadas pela
crise humanitária em larga escala combinada com a tensão no
Mar Vermelho, com ataques houthis relacionados ao embate
Israel-Hamas, dez anos depois do início do conflito interno,
fazendo daquele país o mais pobre do Oriente Médio. Estamos
aqui nos referindo corretamente aos conflitos deflagrados
apenas no / em:
Em 2024, culturalmente, mesmo com a chegada em
definitivo das plataformas de áudio e transmissão de arquivos,
tivemos um gênero musical que continua sendo o mais ouvido
do Brasil, segundo um ranking da Pro-Música, que representa
gravadoras e produtoras do país. O levantamento considerou
dados das principais plataformas de streaming e apontou uma
lista das 50 faixas mais ouvidas no primeiro semestre de 2024.
Dos dez artistas mais reproduzidos nesse período, oito são
desse gênero. A cantora Lauana Prado é quem lidera, com um
single que inclui a regravação de “Escrito nas Estrelas”, hit que
fez sucesso na voz de Tetê Espíndola, em 1985. Estamos nos
referindo corretamente ao estilo musical:
2023 começou com a taxa básica de juros nas alturas.
Somente a partir da quinta reunião do ano, em agosto, vimos
uma redução na Selic. Antes, durante todo o primeiro semestre
de 2023 houve queda de braço. De um lado, o governo federal
pressionava e criticava os juros altos. Em fevereiro, o presidente
Lula disse que não havia explicação para juros anuais de
13,5%, o maior nível desde janeiro de 2017. Do outro lado, o
presidente do Banco Central Roberto Campos Neto defendia
a austeridade, em nome do controle da inflação. A redução de
meio ponto percentual decidida em agosto, deu início a uma
fase de relações mais amistosas. Foi o primeiro corte depois
de três anos. Finalmente, em dezembro daquele ano, depois
da quarta queda consecutiva, a Selic chegou a 11,75% ao ano.
Assim, 2024 começou com promessas de mais cortes e, ao final
do ano corrente, a estimativa dos analistas é que a Selic esteja
em 9,25%. Diante de tal cenário, a definição quanto ao índice
Selic, cabe exclusivamente ao órgão corretamente pontuado
apenas em: