Questões de Concurso
Filtrar
1.289.906 Questões de concurso encontradas
Página 1623 de 257.982
Questões por página:
Questões por página:
“Ao saber da renúncia e do veto militar à posse do vice-presidente, Leonel Brizola declarou aos jornalistas: ‘Desta vez não
darão o golpe por telefone’ (em referência ao golpe que depôs Vargas, em 1945). [...] A boa notícia [...] veio do Rio de Janeiro, onde
o marechal Henrique Teixeira Lott, reformado, mas com grande prestígio político, distribuiu [...] um manifesto à nação apoiando a
posse de Goulart e convocando o povo a preservar a ordem legal e a Constituição. [...] Ao final da tarde do mesmo dia, as primeiras
manifestações de rua surgiram em Porto Alegre. Com o apoio de alguns coronéis e generais alocados em postos-chaves no estado
do Rio Grande do Sul, e mais o protesto popular, o governador deu início ao movimento conhecido como Campanha da Legalidade.
[...]”
(FERREIRA, Jorge; NEVES, Lucília de Almeida (Orgs.). O tempo da experiência democrática: da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964: Terceira República (1945- 1964). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. p. 290.
Com base no texto citado e em sua contextualização histórica, assinale a afirmativa correta.
(FERREIRA, Jorge; NEVES, Lucília de Almeida (Orgs.). O tempo da experiência democrática: da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964: Terceira República (1945- 1964). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. p. 290.
Com base no texto citado e em sua contextualização histórica, assinale a afirmativa correta.
“[...] A derrota de duas expedições [das forças federais] municiadas com canhões e metralhadoras [...], provocou uma onda
de protestos e de violência no Rio de Janeiro. Os jacobinos viam o dedo oculto dos políticos monarquistas em um episódio ligado
às condições de vida do sertão e ao universo mental dos sertanejos. Essa fantasia era alimentada pelo fato de o Conselheiro
pregar a volta da Monarquia [...]. Uma expedição sob o comando do general Arthur Oscar, constituída de 8 mil homens e dotada de
equipamento moderno, arrasou o arraial em agosto de 1897, após um mês e meio de luta. Seus defensores morreram em combate
e, quando prisioneiros, foram degolados. Para os oficiais positivistas e os políticos republicanos, aquela tinha sido uma luta da
civilização contra a barbárie. Na verdade, havia ‘barbárie’ em ambos os lados e mais entre aqueles homens instruídos que tinham
sido incapazes de pelo menos tentar entender a gente sertaneja.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. pp. 257-258.)
Com base no texto, assinale a afirmativa correta.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. pp. 257-258.)
Com base no texto, assinale a afirmativa correta.
“Rodeado de tiras, Fleury surgiu do escuro, apontou um
revólver para Marighella e o intimou a se render. Marighella fixou
o olhar no chefe do Esquadrão da Morte e fez um movimento
com a mão para abrir a pequena pasta preta que trazia consigo.
Fleury começou a disparar e os tiras a seu lado o acompanharam,
motivados por uma reação de pânico diante da fama de valentia
do homem encurralado dentro do Fusca. Os policiais postados
no fundo da rua imaginaram que a guarda de Marighella atirava
e responderam também com disparos. [...] Com cinco balas no
corpo, Marighella teve morte rápida provocada por hemorragia
interna.”
(GORENDER, Jacob. Combate nas trevas: a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987. p. 175.)
A morte de Carlos Marighella, em 1969, foi um dos momentos marcantes da repressão militar após o golpe de 1964. Assinale a afirmativa que mostra como a memória sobre Marighella impactou a Nova República.
(GORENDER, Jacob. Combate nas trevas: a esquerda brasileira: das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo: Ática, 1987. p. 175.)
A morte de Carlos Marighella, em 1969, foi um dos momentos marcantes da repressão militar após o golpe de 1964. Assinale a afirmativa que mostra como a memória sobre Marighella impactou a Nova República.
“[...] Napoleão, [...] imperador dos franceses desde 1804,
tinha agora que cuidar de tirar a última pedra do sapato:
a Inglaterra. O jeito era atingir sua economia, isolando
completamente a ilha. Assim, em 1806 era decretado o Bloqueio
Continental, que proibia todas as nações europeias de comprar
qualquer produto vindo da Grã-Bretanha. A reação da Inglaterra
foi proporcional à provocação francesa: declarou a ilegalidade do
comércio e da navegação em todos os portos pertencentes aos
inimigos, e considerou legitima a captura de navios procedentes
desses mesmos portos. [...] A adesão de Portugal era vital: pela
ótica inglesa significava preservar a relação com as colônias
lusitanas e a única brecha no continente. Já a França precisava
daquele império para estrangular a economia da Grã-Bretanha.
[...] Acuado, o governo lusitano iria, muito em breve, tirar a sua
última carta do bolso do colete.”
(SCHWARCZ, Lilia Moritz et al. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002. p. 200.)
Diante do contexto geopolítico descrito, assinale a afirmativa que corresponde à ação do governo português para preservar sua soberania e seu império colonial, expressa no texto base como sua “última carta do bolso do colete”.
(SCHWARCZ, Lilia Moritz et al. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002. p. 200.)
Diante do contexto geopolítico descrito, assinale a afirmativa que corresponde à ação do governo português para preservar sua soberania e seu império colonial, expressa no texto base como sua “última carta do bolso do colete”.
“O Brasil ficou, por três séculos, na condição de colônia portuguesa, embora nunca tivesse levado oficialmente esse nome.
Posteriormente, manteve, em muitos aspectos, tal situação, embora tivesse oficialmente conquistado a independência e se tornado
um Estado nacional. Conclui-se daí que o colonialismo é uma situação de dependência que transcende o nível político-administrativo,
podendo ou não incorporá-lo.”
(LOPEZ, Luiz Roberto. História do Brasil colonial. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984. p. 15.)
Considerando o texto base, assinale a afirmativa que explica corretamente a questão da dependência do Brasil.
(LOPEZ, Luiz Roberto. História do Brasil colonial. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1984. p. 15.)
Considerando o texto base, assinale a afirmativa que explica corretamente a questão da dependência do Brasil.