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Mãe de 29 anos, HIV negativa, puérpera de 10 dias, procura o serviço de puericultura com o recém-nascido a termo, que está em aleitamento materno exclusivo. Relata estar em tratamento para tuberculose pulmonar, iniciando o esquema RIPE, há 5 dias, e refere uso recente de codeína para tosse. Apresenta também lesões vesiculares dolorosas em aréola da mama esquerda, compatíveis com herpes simples ativo.

Nesse contexto, com relação à amamentação e ao uso dos medicamentos, a conduta correta é

Homem, 56 anos, com história significativa de uso crônico de álcool, múltiplas internações por abstinência alcoólica e vários episódios de pancreatite, apresenta-se com queixas crônicas de múltiplas quedas, dor em queimação em extremidades e fraqueza muscular. Refere piora recente com dispneia em repouso e aos esforços, ortopneia, palpitações e edema bilateral de membros inferiores, há 1–2 meses. Não tem acompanhamento médico há 2 anos. Última ingestão alcoólica foi há cerca de 24 horas. Exame físico: ansioso e agitado. T 37,4 ºC; PA 180/90 mmHg; FC 130 bpm (regular); FR 20; SatO2 96% ambiente. Estertores bibasais, precórdio hiperdinâmico, sem bulhas adicionais. Edema 2+ MMII; sensibilidade diminuída em MMII; marcha instável. Sem alucinações, consciente e orientado.


Realizou EcG, conforme segue:


Q20.png (545×283)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Raio-X: derrames pleurais bilaterais; ECO: câmaras de tamanho normal, função normal, índice cardíaco 5,0 L/min/m2.


Assinale a alternativa que melhor explica os achados cardíacos desse paciente.

Homem, 69 anos, tabagista de longa data, chega ao pronto-socorro com dor torácica anterior intensa, em “facada”, acompanhada de diaforese, que o acordou há 2 horas. Ele nega dispneia, mas refere que a dor é contínua, intensa e irradia para dorso e ombros. Histórico: hipertensão de longa data mal controlada; diabetes e doença vascular periférica. Não é aderente às medicações, fuma 1 maço/dia, há 30 anos, e consome álcool regularmente.


Durante o exame físico, a dor diminuiu. Sinais vitais: T 37,1 ºC, FC 110 bpm, PA 180 × 90 mmHg no braço direito e 120 × 63 mmHg no esquerdo, FR 18. Está alerta. ECG: inversão de ondas T em V3–V4.


Realizou-se angiotomografia de tórax, conforme imagem a seguir



Q19.png (505×366)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Diante do exposto, qual é o próximo melhor passo no tratamento?

Mulher, 28 anos, portadora de cardiomiopatia hipertrófica não obstrutiva confirmada (ressonância sem obstrução significativa em repouso/provocação). Relata história de síncope inexplicada há 6 meses. Holter 24 h com taquicardia ventricular não sustentada (TVNS). Ressonância com realce tardio difuso >15% da massa ventricular. Espessura septal máxima = 32 mm. FEVE 60%. Sem história pessoal de TV/FV. Cálculo de risco (HCM Risk-SCD) estimado em 7,8% em 5 anos.


Qual é a melhor conduta neste momento para prevenção de morte súbita?

Homem, 39 anos, previamente hígido, apresenta episódio de síncope noturna enquanto dormia, presenciada pela esposa que tentou acordá-lo, sem sucesso. História familiar revela morte súbita em um primo de primeiro grau, aos 28 anos.


ECG basal:


Q17_1.png (620×267)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Foi realizado teste farmacológico com ajmalina, que desencadeou o ECG a seguir:


Q17_2.png (621×301)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Holter 24 h: extrassístoles ventriculares esparsas, sem TVNS. Ecodopplercardiograma e ressonância cardíaca sem alterações estruturais. O paciente relata febre recente (39 ºC), 2 dias antes do evento.


Qual é a conduta mais apropriada nesse momento para prevenção de morte súbita?