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Para Devide (2023), a Educação Física escolar numa perspectiva coeducativa deve objetivar a equidade entre os sexos e caminhar pela construção de um espaço reflexivo sobre as relações de gênero. Além disso, tal perspectiva deve estabelecer o combate às desigualdades e aos preconceitos, criando espaços favoráveis para uma formação integrada e de valorização das diferenças entre os estudantes nas práticas corporais. O autor elenca alguns princípios fundamentais para uma perspectiva coeducativa, como o:
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De acordo com Valter Bracht (1999), a entrada mais decisiva das ciências sociais e humanas na área da Educação Física permitiu ou fez surgir uma análise crítica do paradigma da aptidão física. Nas décadas de 1970 e 1980, o eixo central da crítica que se fez ao paradigma da aptidão física e esportiva foi dado pela análise da função social da Educação, e da Educação Física em particular, como elementos constituintes de uma sociedade capitalista marcada pela dominação e pelas diferenças (injustas) de classe. Para o autor, duas propostas deste período vão mais explícita e diretamente derivar-se das discussões da pedagogia crítica brasileira. São elas:
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No contexto da Educação Física escolar, a implementação da Lei nº 10.639/2003, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), está relacionada com:
Segundo a Agência Brasil (2024):
“A seleção brasileira masculina de goalball conquistou a medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos de Paris (França) após derrotar a China por 5 a 3, nesta quinta-feira (5) na Arena Paris 6. Este é o quarto pódio paralímpico seguido da equipe, após o ouro nos Jogos de Tóquio (2020), o bronze no Rio de Janeiro (2016) e a prata em Londres (2012).”
Ao socializar uma experiência pedagógica do goalball com a educação básica, Magrin, Reis e Chaves (2020) destacam algumas características da dinâmica de jogo da modalidade. As autoras definem o referido esporte paralímpico como um jogo de ataque e defesa sem contato físico e sem invasão territorial. Cada equipe é constituída por três jogadores. Os jogadores lançam a bola esférica com guizo da zona de defesa com o objetivo de acertar a meta. Além disso, o goalball é jogado em:
Sobre novas perspectivas para o campo, Bossle e Nunes (2025) apresentam alguns princípios gerais que devem sustentar a sua proposição para a Educação Física escolar, sendo três deles: a problematização, a dialogicidade e o reconhecimento do inacabamento na construção de um corpo consciente. Nesse sentido, Bossle e Nunes, inspirados na teoria freireana, propõem uma: