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De acordo com Souza (2010) a análise de um naufrágio pode ser dificultada por alguns fatores. Assim, assinale a opção que apresenta uma das possibilidades apresentadas pelo autor. 
Guimarães (2012) no artigo Patrimônio Cultural Subaquático na Amazônia Azul, apresenta uma extensa discussão sobre as origens da Arqueologia Subaquática, bem como explora questões relacionadas à proteção e à conservação dos sítios arqueológicos submersos. Seguindo o raciocínio do autor, assinale a opção correta quanto aos sítios que mais sofrem ações criminosas dos chamados caçadores de tesouros e souvenires.  
Segundo Rambelli (2016), a Arqueoclogia Subaquática, voltada para a produção de conhecimento e divuigação do patrimônio cultural subaquático, teve início por volta de 1960, quando alguns arqueólogos aprenderam a mergulhar com o objetivo de expandir suas pesquisas ao ambiente aquático. Nesse contexto, qual arqueólogo é apontado pelo autor como exemplo clássico desse processo de conquista arqueológica, ao aprender a mergulhar para liderar uma pesquisa subaquática sobre os restos de uma embarcação naufragada? 
De acordo com Bittencourt (2012), a Marinha do Brasil desenvolve um projeto de longa duração que visa organizar as informações oriundas dos naufrágios ocorridos de até 1950. Foi denominado de projeto Atias dos Naufrágios de Interesse Histórico da Costa Brasileira e foi dividido em três fases. Assinale a alternativa que define a terceira fase do projeto. 
Machado (2015) observa que o interesse cientifico sobre a plataforma continental vigora desde o final do século XIX. Cabe destacar que esse interesse até então estava diretamente ligado ao aproveitamento de recursos pesqueiros, excluindo o fundo marinho e demais feições. Sendo assim, assinale a opção que apresenta o início da mudança de pensamento e a inclusão dos fundos marinhos e demais feições como pontos de interesse das Nações.