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A gestão de um hospital público em Santos está implementando um novo sistema para garantir a segurança do paciente no uso de medicamentos. O objetivo é assegurar que a informação sobre os medicamentos que o paciente está utilizando seja precisa e completa em todas as etapas do cuidado, desde a admissão até a alta.
Um farmacêutico que atua em uma unidade básica de saúde em Santos se depara com um dilema ético ao ser pressionado por um fornecedor a indicar um medicamento específico, que não é o de menor custo nem o mais adequado para a condição do paciente, mas que gera maior comissão para o profissional. O farmacêutico precisa pautar sua conduta em princípios éticos sólidos.
Em uma farmácia comunitária de Santos, um farmacêutico observa que um paciente idoso, com múltiplas comorbidades, tem dificuldade em gerenciar seus medicamentos. O paciente frequentemente esquece de tomar algumas doses e, por vezes, toma medicamentos incorretos. O farmacêutico busca intervir para melhorar a adesão e o uso seguro dos fármacos.
Um município do litoral paulista, ao revisar suas políticas de saúde, busca otimizar a gestão de medicamentos essenciais na atenção básica. A meta é garantir o acesso da população a fármacos necessários para as doenças prevalentes, promovendo o uso racional. A história recente mostra que modelos centralizados de distribuição apresentaram falhas, como desabastecimento e sobras.
Uma drogaria de grande porte em Santos (SP) precisa realizar o balanço anual de seus estoques de medicamentos. O processo envolve a contagem física de todos os itens em estoque e a sua comparação com os registros do sistema informatizado. Essa atividade é fundamental para identificar perdas, desvios, validade de produtos e para garantir a conformidade com as exigências legais e fiscais.