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Leia o texto a seguir:
O século XVIII, antiaristocrático e anticlerical, acentuou o menosprezo à Idade Média, vista como momento áureo da nobreza e do clero.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 2001.)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, é correto afirmar:
O século XVIII, antiaristocrático e anticlerical, acentuou o menosprezo à Idade Média, vista como momento áureo da nobreza e do clero.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 2001.)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, é correto afirmar:
Leia o texto a seguir:
No início do ano de 1798, na cidade de Salvador, amanheceu queimada a forca instalada no largo em que se erguia o Pelourinho — símbolo máximo do poder da Coroa portuguesa. O gesto era de desafio, contestava a autoridade política de Lisboa e dispensava justificações.
Alguns meses depois, na manhã de 12 de agosto, a cidade acordou semeada de panfletos que pareciam vir de todo lugar e apanharam de surpresa população e autoridades. Os panfletos baianos surgiram nos pontos de maior circulação de pessoas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
As autoras, na obra citada, afirmam que a Conjuração Baiana
No início do ano de 1798, na cidade de Salvador, amanheceu queimada a forca instalada no largo em que se erguia o Pelourinho — símbolo máximo do poder da Coroa portuguesa. O gesto era de desafio, contestava a autoridade política de Lisboa e dispensava justificações.
Alguns meses depois, na manhã de 12 de agosto, a cidade acordou semeada de panfletos que pareciam vir de todo lugar e apanharam de surpresa população e autoridades. Os panfletos baianos surgiram nos pontos de maior circulação de pessoas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
As autoras, na obra citada, afirmam que a Conjuração Baiana
Tiago Muniz Cavalcanti e Rafael Garcia Rodrigues, no
artigo Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo
de ontem, defendem que o trabalho escravo no Brasil
Leia o texto a seguir:
Entre a última década do século XVII e a primeira do XVIII, os moradores do planalto de Piratininga começaram a desconfiar que estavam sendo enganados — a Coroa portuguesa havia prometido muito mais do que estava disposta a cumprir e não cogitava entregar a posse das regiões auríferas a seus descobridores. Entre 1707 e 1709, o conflito até então surdo explodiu: os paulistas enfurecidos meteram-se em guerra pelo controle das Minas, contra os emboabas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
Diante do conflito, a Coroa interveio e
Entre a última década do século XVII e a primeira do XVIII, os moradores do planalto de Piratininga começaram a desconfiar que estavam sendo enganados — a Coroa portuguesa havia prometido muito mais do que estava disposta a cumprir e não cogitava entregar a posse das regiões auríferas a seus descobridores. Entre 1707 e 1709, o conflito até então surdo explodiu: os paulistas enfurecidos meteram-se em guerra pelo controle das Minas, contra os emboabas.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)
Diante do conflito, a Coroa interveio e