Filtrar


Questões por página:
Leia o texto a seguir:

    A história do Brasil não cabe num único livro. Até porque não há nação cuja história possa ser contada de forma linear, progressiva, ou mesmo de uma só maneira. Assim, aqui não se pretende contar uma história do Brasil, mas fazer do Brasil uma história. Ao contar uma história, tanto o historiador quanto o leitor aprendem a “treinar a imaginação para sair em visita”, como diria Hannah Arendt. E é por levar a sério essa noção de “visita” que este livro deixará de lado a meta de construir uma “história geral dos brasileiros” para se concentrar na ideia de que a biografia talvez seja outro bom caminho para tentar compreender o Brasil em perspectiva histórica.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, 2015. Adaptado)

Dessa forma, no livro citado, a proposta das autoras se constitui em
Considerando a obra Apologia da história ou o ofício do historiador, de Marc Bloch, é correto afirmar que a História e o historiador
Leia o texto a seguir:

    Que historiador das religiões se contentaria em compilar tratados de teologia ou coletâneas de hinos? Ele sabe muito bem que as imagens pintadas ou esculpidas nas paredes dos santuários, a disposição e o mobiliários dos túmulos têm tanto a lhe dizer sobre as crenças e as sensibilidades mortas quanto muitos escritos.
Marc Bloch, Apologia da História ou o ofício do historiador, 2002.)

Segundo o excerto e a obra citada, Bloch
Em Apologia da História ou o ofício do historiador, Marc Bloch considera a História como
De acordo com Luiz Felipe de Alencastro, na obra O trato dos viventes, a singularidade do processo de formação da sociedade brasileira encontra-se