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Leia o texto a seguir:
O período regencial caracterizou-se por forte instabilidade política, pela emergência de movimentos de contestação nas províncias e por disputas entre projetos centralizadores e federalistas.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Considerando o contexto histórico delimitado pelo excerto, são exemplos de grupos políticos defensores das ideias centralizadoras e federalistas, respectivamente,
O período regencial caracterizou-se por forte instabilidade política, pela emergência de movimentos de contestação nas províncias e por disputas entre projetos centralizadores e federalistas.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Considerando o contexto histórico delimitado pelo excerto, são exemplos de grupos políticos defensores das ideias centralizadoras e federalistas, respectivamente,
Leia o texto a seguir:
Por volta de 1817, quem dissesse que dentro de cinco anos o Brasil se tornaria independente estaria fazendo uma previsão muito duvidosa. A Revolução Pernambucana, confinada ao Nordeste, fora derrotada. Por sua vez, a Coroa tomava medidas no sentido de integrar Portugal e Brasil como partes de um mesmo reino.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Para Boris Fausto, o processo de emancipação política do Brasil
Por volta de 1817, quem dissesse que dentro de cinco anos o Brasil se tornaria independente estaria fazendo uma previsão muito duvidosa. A Revolução Pernambucana, confinada ao Nordeste, fora derrotada. Por sua vez, a Coroa tomava medidas no sentido de integrar Portugal e Brasil como partes de um mesmo reino.
(Boris Fausto, História do Brasil, 2015.)
Para Boris Fausto, o processo de emancipação política do Brasil
Leia o texto a seguir:
Após a Segunda Guerra, além das perdas materiais, as potências coloniais europeias tiveram enorme dificuldade para manter seus impérios. Por quê?
(Enrique Serra Padrós, “Capitalismo, prosperidade e estado de bem-estar- -social”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
A manutenção dos impérios coloniais, segundo Padrós, foi dificultada
Após a Segunda Guerra, além das perdas materiais, as potências coloniais europeias tiveram enorme dificuldade para manter seus impérios. Por quê?
(Enrique Serra Padrós, “Capitalismo, prosperidade e estado de bem-estar- -social”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
A manutenção dos impérios coloniais, segundo Padrós, foi dificultada
Leia o texto a seguir:
Antiliberalismo, antimarxista, organicismo social, liderança carismática e negação da diferença marcam, a nosso ver, a possibilidade de identificação do fascismo enquanto regime ou forma dominação específica. Neste sentido, insistimos em diferenciar o fascismo das diversas vertentes políticas possíveis existentes no interior da direita.
(Francisco Carlos Teixeira da Silva, “Os fascismos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
Para Teixeira da Silva, o fascismo se distingue de outras vertentes políticas por
Antiliberalismo, antimarxista, organicismo social, liderança carismática e negação da diferença marcam, a nosso ver, a possibilidade de identificação do fascismo enquanto regime ou forma dominação específica. Neste sentido, insistimos em diferenciar o fascismo das diversas vertentes políticas possíveis existentes no interior da direita.
(Francisco Carlos Teixeira da Silva, “Os fascismos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
Para Teixeira da Silva, o fascismo se distingue de outras vertentes políticas por
Leia o texto a seguir:
Com o crack da Bolsa de Nova York, a crise generalizou-se, provocando um cataclisma em todo o mundo devido à interdependência entre a economia americana e numerosos países do mundo capitalista, especialmente aqueles que receberam empréstimos dos Estados Unidos. As repercussões da crise dentro dos Estados Unidos foram de tal intensidade que exigiram profundas mudanças na sua política econômica.
(José Jobson de Andrade Arruda, “A crise do capitalismo liberal”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha, O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
As profundas mudanças concretizaram-se, segundo o artigo citado, com
Com o crack da Bolsa de Nova York, a crise generalizou-se, provocando um cataclisma em todo o mundo devido à interdependência entre a economia americana e numerosos países do mundo capitalista, especialmente aqueles que receberam empréstimos dos Estados Unidos. As repercussões da crise dentro dos Estados Unidos foram de tal intensidade que exigiram profundas mudanças na sua política econômica.
(José Jobson de Andrade Arruda, “A crise do capitalismo liberal”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha, O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005. Adaptado)
As profundas mudanças concretizaram-se, segundo o artigo citado, com