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Leia os excertos a seguir:

I. Nasceu em Salvador, em 1830, filho de escravos, e foi vendido pelo pai, em 1840, devido a uma dívida de jogo. Passou a viver em cativeiro em Lorena (SP). Em 1847 foi alfabetizado e, no ano seguinte, fugiu de Lorena e foi para São Paulo. Frequentou o curso de Direito como ouvinte. Sempre utilizou seu trabalho na imprensa para a divulgação de suas ideias antiescravistas e republicanas.
II. Historiador e romancista carioca, foi professor da UFRJ e membro do Comitê Cientifico Internacional do Programa Rota do Escravo, da Unesco. É autor, entre outros livros, de O dia em que o povo ganhou, A guerra da independência da Bahia, O que é racismo, História política do futebol brasileiro e Gosto da África.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)

Os excertos I e II, respectivamente, apresentam 
Leia o texto a seguir:

    A crença na passividade do africano escravizado no Brasil, na indolência, preguiça e de seu conformismo diante da escravidão trata-se de um equívoco histórico. Há fatores que contribuíram e ainda contribuem para que tal equivoco persista entre nós.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje, 2016. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta, segundo a obra citada, um desses fatores.
Leia o texto a seguir:

    Os principais teóricos da chamada “Escola de Frankfurt”, Adorno e Horkheimer, retomavam de Marx a dimensão “negativa” (a recusa do capitalismo), porém abandonavam a dimensão “positiva” que estaria na confiança que Marx depositava no movimento operário e em sua missão de edificar a sociedade socialista.
(Leandro Konder, “Cultura e política nos anos críticos”. Em: Daniel Aarão Reis Filho, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX, o tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, 2005.)

Konder explicita que os chamados “frankfurtianos”
Leia o texto a seguir:

     Para os metódicos (Gabriel Monod, Charles Seignobos, Charles Langlois e outros), grupo que marcou o nascimento da História acadêmica e consagrou a divisão quadripartite da História da Civilização, quanto mais próxima do presente a pesquisa histórica se pautasse, tanto mais sujeita a erros e distorções por parte do historiador.
(Marcos Napolitano, “Pensando a estranha História sem fim”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015.)

Nesse sentido, segundo Marcos Napolitano, os historiadores metódicos entendiam que
Leia o texto a seguir:

    As aulas de História serão muito melhores se conseguirem estabelecer um duplo compromisso: com o passado e o presente.
(Jaime Pinsky e Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma História prazerosa e consequente”. Em: Leandro Karnal, História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, 2015. Adaptado)

Compromisso com o presente, segundo o artigo citado, significa