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Questões por página:
Um assistente social atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e se depara com um cenário de crescente individualismo e competição, impulsionado pela lógica do mercado. Ele observa que os usuários têm dificuldade em se organizar coletivamente para reivindicar direitos, priorizando a busca por soluções individuais. Essa situação reflete as transformações sociais e econômicas contemporâneas.
Um assistente social que atua em uma unidade básica de saúde precisa elaborar um plano de ação para o atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade social. Ele deve considerar os recursos disponíveis, as competências técnicas da equipe e os objetivos a serem alcançados, articulando as ações com outras políticas setoriais.
Um assistente social atua em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e se depara com uma família que busca acesso a benefícios sociais, mas enfrenta barreiras tecnológicas para realizar o cadastro online. A família possui um telefone celular, mas não tem crédito para realizar chamadas e não possui acesso à internet.
Em um contexto de crescente individualismo e competição no mercado de trabalho, um assistente social percebe que as formas de luta e negociação coletiva entre os trabalhadores têm se enfraquecido. Ele busca compreender como as dinâmicas do capital contemporâneo afetam a organização social e a atuação profissional.
Em um debate sobre a política de saúde mental no Brasil, um profissional levanta a questão de como a sociedade estigmatiza os usuários de serviços psiquiátricos. Ele questiona se a terminologia utilizada, como 'doença mental' ou 'transtorno mental', contribui para a perpetuação desses preconceitos.