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As percepções humanas são suscetíveis de alterações a depender de elementos do seu contexto. Historicamente, a capacidade atencional para apreender imagens em deslocamento foi desenvolvida no século XIX. Uma abordagem interdisciplinar desse fenômeno, nesse período, deve ser apresentada aos estudantes a partir 
Questionados sobre a condição de pertencimento a uma nacionalidade, estudantes podem ser desafiados a revelar como essa condição é processada historicamente. Para isso, devem ser subsidiados com reflexões sobre
“O Estado sou eu”, teria enunciado Luís XIV, no século XVII. Síntese do absolutismo monárquico, a frase poderia ser exposta à análise de estudantes até o limite de seu efeito retórico. Esse exercício deve levar à pesquisa sobre o funcionamento do poder monárquico e suas bases objetivas de sustentação. Ou seja, à caracterização da estratégia de equilíbrios de interesses de setores sociais distintos durante o antigo Regime na Europa. Dividida a sala em dois grupos, cada um deles deve reunir informações sobre os interesses em jogo para depois compor painel sobre o funcionamento do Estado absolutista. Assim, seriam caracterizados os objetivos contraditórios
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Para pensar a diáspora negra, vale apresentar o infográfico com o fluxo do tráfico de escravizados da África para o Brasil (cerca de 4,5 milhões). Após o levantamento de hipóteses pelos estudantes de quais análises nos permite esse material, ao menos duas linhas de investigação podem ser adotadas como as pertinentes às informações do gráfico:
Dom Casmurro, romance de Machado de Assis publicado em 1899, narra a história de Bentinho, que reflete sobre sua vida e seu amor por Capitu. Quando se casam, Bentinho se torna obcecado pela ideia de que Capitu o traiu com seu melhor amigo. Essa paranoia consome Bentinho e o transforma num homem isolado e amargurado.

Capitu é apresentada de maneira ambígua ao longo da narrativa. Enquanto Bentinho a vê como uma possível traidora, ela também pode ser vista como uma mulher forte e independente, presa em um casamento dominado pelas inseguranças de seu marido. No final, a dúvida sobre a lealdade de Capitu nunca é resolvida, refletindo temas como ciúmes, memória e a ambiguidade da verdade.

Ao tratar da personagem Capitu no romance de Machado de Assis, em parceria com docentes de Literatura, o professor de História elege como apropriado