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A diversidade de mecanismos reprodutivos entre os seres vivos reflete adaptações evolutivas aos mais variados ambientes e estratégias de sobrevivência. Em um estudo publicado pela Science Advances em 2023, pesquisadores analisaram a reprodução de organismos marinhos em ecossistemas extremos, observando adaptações únicas em espécies abissais. Um exemplo destacado foi a reprodução por fragmentação em esponjas do gênero Cladorhiza, que ocorre em profundidades superiores a 3000 metros, onde a falta de luz e a escassez de nutrientes limitam processos reprodutivos convencionais.

No caso do exemplo destacado pelos pesquisadores, pode-se afirmar que:
Eventos recentes de crise hídrica no Brasil, como a seca prolongada no Nordeste (2012-2017), a crise hídrica no Sudeste (2014-2015) e a seca severa no Pantanal (2019-2021), afetaram diretamente a saúde das plantas e sua capacidade de realizar processos fisiológicos essenciais. Nestas condições, são observadas alterações significativas nos tecidos vegetais, tais como:
A classificação biológica dos seres vivos passou por profundas transformações ao longo dos anos. Inicialmente, Lineu propôs um sistema baseado em dois grandes reinos: Animalia e Plantae. Posteriormente, avanços científicos levaram à expansão desse modelo para cinco reinos (Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia), considerando características celulares e modos de nutrição. No entanto, com o advento da biologia molecular e das análises genéticas, Carl Woese, em 1977, propôs uma reorganização ainda mais abrangente, dividindo os seres vivos em três domínios: Bacteria, Archaea e Eukarya. Um estudo publicado na Nature Microbiology em 2022 revelou novas evidências genéticas de micro-organismos arqueanos em ambientes extremos, reforçando diferenças fundamentais entre Archaea e Bacteria em aspectos como composição da membrana celular e mecanismos de replicação do DNA. Essas descobertas sustentam a separação em domínios, destacando as divergências evolutivas profundas entre esses grupos.

Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que representa corretamente a relação entre domínios e reinos na classificação biológica atual. 
Em 2022, um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) analisou fósseis de Tiktaalik roseae, um vertebrado pré-histórico que representa um estágio intermediário entre peixes e anfíbios. A pesquisa revelou detalhes sobre as adaptações morfológicas que possibilitaram a transição para a vida terrestre, fornecendo mais evidências sobre a evolução gradual das espécies.

Considerando a perspectiva histórica sobre o fixismo e sobre o transformismo das espécies, e sobre o fóssil descrito no excerto, pode-se afirmar corretamente que:
A introdução de organismos geneticamente modificados (OGMs) tem sido um marco na biotecnologia agrícola, trazendo benefícios como o aumento da produtividade e a resistência a pragas. Um exemplo relevante é o milho Bt (Bacillus thuringiensis), que possui genes da bactéria B. thuringiensis, conferindo resistência a determinados insetos. Um estudo publicado na Frontiers in Plant Science (2023) analisou o impacto do milho Bt em plantações dos Estados Unidos e da América Latina, demonstrando redução significativa no uso de pesticidas e aumento da produtividade em até 25%. Contudo, preocupações sobre o impacto ambiental e o surgimento de pragas resistentes têm sido levantadas. Em 2022, um surto de lagartas Spodoptera frugiperda resistentes ao milho Bt foi registrado no Brasil, destacando os desafios da resistência genética.

Uma medida biotecnológica viável para mitigar a resistência de pragas aos OGMs seria: