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Um paciente masculino, 64 anos, tabagista há 40 anos (60 maços/ano), com histórico de DPOC em uso de broncodilatadores de longa ação, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços leves, tosse crônica com escarro esbranquiçado e fadiga. Ao exame físico, apresenta-se eupneico em repouso, com uso de musculatura acessória à mínima atividade, hipersonoridade à percussão, murmúrio vesicular globalmente diminuído e presença de sibilos expiratório difusos. A gasometria arterial evidencia PaO? de 58 mmHg, PaCO? de 52 mmHg, pH 7,36 e HCO?? de 30 mEq/L. Radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar, com retificação das cúpulas diafragmáticas. Considerando o quadro clínico, os achados laboratoriais e as diretrizes terapêuticas atuais, qual deve ser a conduta mais adequada neste momento?
A síndrome de angústia respiratória aguda (SARA) representa uma condição clínica grave, caracterizada por hipoxemia refratária, diminuição da complacência pulmonar e infiltrados bilaterais não cardiogênicos. Com base nas diretrizes do Berlin Definition e na fisiopatologia envolvida, assinale a alternativa que melhor expressa a conduta terapêutica inicial recomendada em pacientes com SARA moderada a grave.
Considerando os aspectos fisiopatológicos e terapêuticos da hipertensão arterial sistêmica (HAS) em pacientes com comorbidades, analise os itens a seguir e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de verdadeiro (V) ou falso (F):

I. A nefropatia hipertensiva crônica, quando associada à microalbuminúria persistente, configura critério de lesão em órgão-alvo e modifica a estratificação de risco cardiovascular do paciente hipertenso.
II. Em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, o uso de betabloqueadores como carvedilol está contraindicado na presença de HAS estágio 2, devido ao risco de bradicardia sintomática.
III. A escolha de antagonistas do receptor de angiotensina II (ARA II) é preferencial em pacientes hipertensos com intolerância a inibidores da ECA e histórico de diabetes mellitus tipo 2 com proteinúria.
IV. A monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) e a medida residencial (MRPA) são indicadas tanto para diagnóstico de hipertensão do avental branco quanto para detecção de hipertensão mascarada.
A parada cardiorrespiratória (PCR) em ambiente intra-hospitalar representa uma emergência crítica cuja abordagem requer aplicação imediata dos protocolos atualizados de Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (ACLS). Considerando os algoritmos internacionais da American Heart Association (AHA), as peculiaridades fisiopatológicas envolvidas e as decisões terapêuticas baseadas em evidências, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada frente a um ritmo inicial de fibrilação ventricular refratária.
A avaliação clínica de pacientes com suspeita de endocardite infecciosa exige domínio dos critérios diagnósticos de Duke modificados, conhecimento sobre os principais agentes etiológicos e reconhecimento dos achados clínicos e laboratoriais mais característicos da doença. Considerando as diretrizes da American Heart Association (AHA) e os consensos mais recentes, assinale a alternativa correta.