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Uma lactente de 2 meses, previamente hígida, comparece à
consulta de rotina com sintomas gripais leves há 3 dias. A mãe
relata que a irmã de 3 anos está com tosse e febre.
Ao exame físico, a bebê está em bom estado geral, com FR: 42 irpm, FC: 138 bpm, temperatura axilar de 37,5 oC, ausculta com estertores finos esparsos bilaterais e leve retração subcostal. O calendário vacinal está em dia.
A conduta mais adequada nesse caso é
Ao exame físico, a bebê está em bom estado geral, com FR: 42 irpm, FC: 138 bpm, temperatura axilar de 37,5 oC, ausculta com estertores finos esparsos bilaterais e leve retração subcostal. O calendário vacinal está em dia.
A conduta mais adequada nesse caso é
Paciente de 36 anos, sexo feminino, procura atendimento por
disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 2 anos,
acompanhada de regurgitação frequente de alimentos não
digeridos, perda de 8 kg no período e dor retroesternal
esporádica.
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
Paciente do sexo masculino, 42 anos, sem comorbidades prévias,
apresenta dor epigástrica intensa, diarreia frequente e perda
ponderal de 6 kg em 3 meses. Relata que já fez uso de Omeprazol
em dose plena por longos períodos, mas as queixas persistiram.
A endoscopia digestiva alta mostrou múltiplas úlceras duodenais e jejunais proximais, além de esofagite erosiva grave. O exame laboratorial revelou gastrina sérica em jejum de 1500 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL), confirmada em duas dosagens. A próxima conduta para esse paciente é
A endoscopia digestiva alta mostrou múltiplas úlceras duodenais e jejunais proximais, além de esofagite erosiva grave. O exame laboratorial revelou gastrina sérica em jejum de 1500 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL), confirmada em duas dosagens. A próxima conduta para esse paciente é
Paciente do sexo masculino, 45 anos, previamente hígido,
apresenta pirose intensa há 8 anos. Relata que já fez uso de
Omeprazol 40 mg/dia por 12 semanas, sem melhora significativa.
Repetiu tratamento com dose dobrada por mais 8 semanas,
também sem resposta.
A endoscopia digestiva alta mostra esofagite grau C de Los Angeles. A pHmetria revelou tempo de exposição ácida total de 12% (normal < 4,2%), e a manometria esofágica demonstrou peristalse preservada e pressão adequada do esfíncter esofagiano inferior. O paciente busca auxílio médico em busca de um tratamento definitivo.
A melhor conduta neste caso é
A endoscopia digestiva alta mostra esofagite grau C de Los Angeles. A pHmetria revelou tempo de exposição ácida total de 12% (normal < 4,2%), e a manometria esofágica demonstrou peristalse preservada e pressão adequada do esfíncter esofagiano inferior. O paciente busca auxílio médico em busca de um tratamento definitivo.
A melhor conduta neste caso é
Paciente do sexo masculino, 58 anos, tabagista, procura
atendimento com queixa de dispepsia crônica. Nega perda
ponderal significativa, disfagia ou vômitos persistentes. Foi
submetido à endoscopia digestiva alta, que revelou gastrite
atrófica multifocal leve, sem lesões ulceradas. A biópsia
histológica evidenciou gastrite atrófica com metaplasia intestinal
leve, escore OLGA II, associado a presença de Helicobacter pylori
positivo.
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é