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Um homem de 52 anos chega ao pronto-atendimento com dor abdominal intensa na região epigástrica, irradiando para região dorsal, iniciada há cerca de 12 horas. Refere náuseas e vômitos. Há histórico de etilismo e colelitíase conhecida.
Ao exame, apresenta pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, temperatura 37,8 oC e sensibilidade marcada em epigástrio. Exames laboratoriais:

• Amilase: 480 U/L (valor de referência: < 100);
• Lipase: 650 U/L (valor de referência: < 60);
• PCR: 180 mg/L (valor de referência: < 5);
• Creatina: 1,2 mg/dL (valor de referência: 0,8 – 1,5 mg/dL).

Tomografia de abdome mostra aumento do pâncreas e líquido peripancreático, sem necrose evidente.

Dos critérios abaixo, assinale o que é considerado o principal fator de mau prognóstico na pancreatite aguda nesse caso. 
Mulher de 34 anos, previamente hígida, procura atendimento por dor abdominal difusa há 8 meses, associada a distensão abdominal e alteração de hábito intestinal, alternando episódios de diarreia e constipação. Relata melhora parcial dos sintomas após a evacuação. Nega febre, perda ponderal ou sangue nas fezes. História familiar negativa para doenças inflamatórias intestinais ou câncer colorretal.
Exame físico, abdome peristáltico, flácido, indolor e timpânico. Sem massas ou visceromegalias palpáveis. Exames laboratoriais com hemograma normal, PCR normal e calprotectina fecal de 120 mcg/g (valor de referência: < 50 mcg/g).

Considerando o quadro apresentado, a conduta mais adequada seria 
Paciente de 52 anos, sexo masculino, relatando etilismo de 2 a 3 doses de bebida alcoólica por semana, sem comorbidades conhecidas. Relata que realizou transfusão sanguínea em 1991, após acidente automobilístico. Consulta apenas para realização de “exames de rotina”, sem queixas atuais. Refere apenas cansaço esporádico. Exame físico com bom estado geral, IMC 26, ausência de icterícia, circulação colateral ou ascite. Abdome com fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, indolor e com consistência preservada. Não apresenta esplenomegalia.
Exames laboratoriais:

• ALT: 92 U/L (valor de referência: até 41 UL);
• AST: 85 U/L (valor de referência: até 40 U/L);
• GGT: 110 U/L (valor de referência: até 60 U/L);
• Bilirrubina total: 1,0 mg/dL (VR: até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 4,0 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,0;
• Plaquetas: 145.000 mm3 (valor de referência: 150.000 – 400.000/mm3 );
• Sorologias: anti-HCV (reagente), HBsAg (não reagente), antiHBs (reagente) e anti-HBc total (reagente);
• PCR-HCV (RNA viral): 1.200.000 UI/mL;
• Genótipo HCV: 1ª;
• Elastografia hepática (FibroScan): 12,5 kPa;
• Ultrassonografia de abdome: fígado de contornos regulares, parênquima heterogêneo, sem ascite ou lesões focais.

A conduta mais adequada nesse caso é
Paciente, 32 anos, submetido a exame endoscópico com preparo inadequado apresenta episódio de hematêmese que se seguiu ao esforço de vômito durante a introdução do aparelho.
A endoscopia alta realizada revela erosões não confluentes sobre prega esofágica isolada, uma laceração longitudinal de cerca de 2 cm na mucosa esofágica distal próximo a JEG com coágulo aderido e áreas de enantema no corpo gástrico.

A melhor opção em relação à etiologia do sangramento digestivo é
Em relação ao anel de Schatzki, é correto afirmar que