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Paciente do sexo masculino, de 58 anos, portador de diabetes mellitus do tipo 2, dislipidemia e doença arterial coronariana, é admitido no pronto-socorro com cefaleia intensa, turvação visual e dispneia súbita há dois horas. Ao exame físico: PA: 220 × 130 mmHg, FC: 96 bpm, SpO2: 94% em ar ambiente, crepitações bibasais e B3 audível. A gasometria arterial demostra hipoxemia leve, e a radiografia de tórax é mostrada a seguir:
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Com base no quadro clínico, é correto afirmar que o diagnóstico e a conduta inicial são, correta e respectivamente:
Paciente do sexo masculino, de 54 anos, cirrótico (Child- -Pugh: C, MELD: 26), é admitido após episódio de hematêmese volumosa e melena na enfermaria. Apresenta-se confuso, hipotenso (PA: 88 × 50 mmHg) e taquicárdico (FC: 118 bpm). Exames laboratoriais: Hb: 7,4 g/dL; plaquetas: 62.000/mm3; INR: 1,9. Após reposição inicial de volume, permanece instável.
Qual é o manejo inicial adequado?
Paciente do sexo feminino, de 72 anos, portadora de nefropatia diabética com disfunção renal grave (clearance de creatinina de 14 mL/min/1,73 m2) e insuficiência cardíaca de classe funcional II (NYHA), apresenta dor torácica atípica há uma semana, irradiada para dorso, com melhora em posição sentada e piora ao decúbito. Refere febre baixa e cansaço progressivo na chegada à UPA. Ao exame físico: PA: 110 × 68 mmHg, FC: 98 bpm, bulhas normofonéticas com atrito pericárdico audível, sem sopros, ausculta pulmonar limpa. Exames laboratoriais iniciais: ureia: 198 mg/dL; creatinina: 4,8 mg/dL; potássio: 4,9 mEq/L; troponina levemente aumentada, sem elevação dinâmica. Realizou o eletrocardiograma mostrado a seguir:

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Diante do quadro clínico, a estratégia terapêutica correta é
Paciente de 83 anos, moradora de uma casa de repouso, é atendida por uma abrasão na córnea. Ela é tratada com pomada oftálmica antibiótica e um curativo ocular, com planos de reexaminá-la em 48 horas. Mais tarde naquela noite, a equipe de cuidados da casa de repouso telefona para informar ao médico que ela estava muito confusa.
Em relação à principal hipótese diagnóstica para a evolução descrita, nesse momento, a medida de maior relevância a ser indicada é

Mulher de 19 anos procura assistência médica na Unidade Básica de Saúde com corrimento vaginal. Ela é sexualmente ativa com um parceiro regular e relata uso inconsistente de preservativo. O histórico é relevante por alergia ao metronidazol e trimetoprima-sulfametoxazol. Ao exame ginecológico/pélvico: não há lesões cutâneas externas; nota-se corrimento vaginal fino, branco a cinza; região cervical: não há corrimento ou sensibilidade à movimentação. Uma amostra de fluido vaginal é coletada e revela: pH do fluido: 5,5; odor de peixe é observado com a adição de solução de hidróxido de potássio (KOH). Amostras são enviadas para teste de PCR para gonococo e clamídia.


Nesse momento, o tratamento inicial recomendado é