Filtrar


Questões por página:
Paciente masculino, 65 anos, realizou colonoscopia de rastreamento que evidenciou lesão em cólon sigmoide, medindo cerca de 4 cm, não estenosante. A biópsia confirmou adenocarcinoma moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada mostrou lesão em cólon sigmoide de aproximadamente 5 cm, com aspecto sugestivo de invasão de serosa, mas sem linfonodos acometidos nem sinais de metástases em órgãos a distância. Não há distensão de alças intestinais. O paciente apresenta CEA de 8 ng/mL e ECOG 1.
Com base nessas informações, a conduta terapêutica mais adequada é
Homem de 68 anos, trabalhador rural, apresenta lesão em região malar esquerda, verrucosa, crostosa, de crescimento progressivo nos últimos meses. Refere que a ferida nunca cicatriza após o ato de se barbear, permanecendo com sangramentos recorrentes. Ao exame, observa-se lesão endurecida, infiltrativa e friável.
O fator de risco mais associado ao desenvolvimento dessa neoplasia é
Mulher de 74 anos apresenta quadro de cefaleia e febre há quatro dias. Ela tem diabetes tipo 2 e hipertensão e está em uso de metformina e anlodipino. Não há viagem recente. O histórico é positivo para erupção cutânea com penicilina. Ao exame físico: sonolenta, confusa; temperatura: 38,2 ºC; pressão arterial: 142 x 92 mmHg; frequência cardíaca: 98 bpm; há rigidez de nuca; fundo de olho sem papiledema; não há déficit neurológico focal. O líquor evidencia pleocitose com predomínio de polimorfonucleares.
Além da ceftriaxona, o agente antibacteriano que deve ser administrado é
Mulher de 48 anos, na pós-menopausa, é avaliada em consulta de retorno por diabetes mellitus tipo 2, hipertensão, obesidade e dislipidemia (HDL baixo; LDL e triglicérides elevados). Relata estar sobrecarregada com a pouca melhora do controle glicêmico, mas se sente bem. Ela segue a dieta mediterrânea e faz exercícios desde a última consulta; perdeu 6% do peso corporal, mas agora atingiu um platô. O tratamento atual inclui: metformina, dapagliflozina, enalapril, anlodipino, indapamida e rosuvastatina. A hemoglobina A1c recente é 7,9%, abaixo dos 8,4% anteriores à perda de peso. Exame físico: pressão arterial: 128 x 72 mmHg; IMC: 34,2 kg/m2, circunferência abdominal: 97 cm. Exames séricos: hemograma e coagulograma normais; albumina: 4,4 g/dL; aspartato aminotransferase: 42 U/L; alanina aminotransferase: 36 U/L; creatinina: 0,8 mg/dL; eletrólitos normais.
Para essa paciente, a conduta correta é
Homem de 56 anos apresenta quadro de tremor de repouso bilateral nos membros superiores há seis meses. Ao exame físico, apresentava tremor de repouso bilateral de frequência moderada, ligeiramente mais acentuado no membro superior direito do que no esquerdo, e rigidez em roda dentada bilateral, que parecia ser igual em ambos os membros; bradicinesia significativa que afeta ambos os lados do corpo. Foi-lhe prescrita levodopa, que teve pouco efeito sobre os sintomas. No acompanhamento, um ano depois, ele relata instabilidade significativa na marcha. Nesse momento, o exame mostra dismetria bilateral, e sua marcha é ampla e ligeiramente cambaleante. Uma ressonância magnética (imagem axial ponderada em T2) é realizada e mostrada a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?