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A instabilidade glenoumeral relaciona-se a falhas estáticas (labrum, cápsula articular) e dinâmicas (manguito rotador, cinemática escapular). Escamilla & Andrews (2018) evidenciam que déficits dos rotadores externos aumentam o risco de recorrência em atletas. Considerando a intervenção fisioterapêutica fundamentada em biomecânica, qual proposição expressa conduta clinicamente consistente?
Mobilização precoce em UTI reduz complicações e tempo de ventilação (Morris et al., 2016). Contudo, o ganho funcional depende de elegibilidade clínica e metas graduais. Qual decisão é mais consistente com os dados?
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A prática baseada em evidências integra provas científicas, expertise e valores do paciente (Sackett et al.,2000). Diretrizes robustas orientam, mas não substituem o julgamento contextual. Qual formulação traduz esse núcleo conceitual?
As escalas funcionais são fundamentais na prática fisioterapêutica baseada em evidências. O Índice de Barthel e a Medida de Independência Funcional (FIM) são amplamente utilizados, mas diferem em sensibilidade e aplicabilidade clínica. Segundo Granger et al. (2016), o FIM apresenta maior poder discriminativo em populações neurológicas complexas, permitindo avaliação multidimensional da autonomia. Considerando essa distinção, qual proposição reflete corretamente a diferença entre Barthel e FIM?
A análise da marcha é ferramenta essencial em fisioterapia neurológica e ortopédica. Perry & Burnfield (2010) descrevem as fases da marcha e destacam que padrões patológicos, como a “marcha em tesoura” da paralisia cerebral, resultam de espasticidade adutora associada à fraqueza abdutora. Estudos eletromiográficos confirmam alteração no recrutamento muscular, gerando sobrecarga articular e aumento do gasto energético. Considerando esse quadro, qual proposição descreve com maior acurácia a implicação biomecânica da marcha em tesoura?