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A literatura sobre envelhecimento (Granacher et al.,2012; Shumway-Cook & Woollacott,2017) enfatiza que alterações biomecânicas decorrentes de sarcopenia, diminuição da propriocepção e perda de flexibilidade comprometem equilíbrio postural e ampliam risco de quedas. Programas de fisioterapia geriátrica que integram treino de força, coordenação e dupla tarefa têm demonstrado redução significativa da incidência de quedas em idosos frágeis. À luz dessa evidência, qual proposição expressa com maior precisão o paradigma atual da fisioterapia postural no envelhecimento?
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O uso de TENS e FES na dor crônica musculoesquelética é objeto de controvérsias científicas. Enquanto estudos randomizados (Johnson, 2014; Vance et al.,2014) sugerem eficácia moderada na modulação nociceptiva, revisões sistemáticas (Gibson et al.,2019) apontam heterogeneidade metodológica e ausência de efeitos sustentados em longo prazo. Nesse sentido, qual proposição sintetiza com maior acuidade a compreensão contemporânea da eletroterapia na dor crônica?
A neurociência da reabilitação evidencia que a plasticidade neural constitui fenômeno dependente da intensidade, especificidade e contexto das intervenções fisioterapêuticas (Nudo,2013; Kleim & Jones,2015). Protocolos de realidade virtual e robótica assistiva demonstraram ganhos estatisticamente significativos em metanálises (Mehrholz et al.,2020), mas tais benefícios mostram-se heterogêneos quando dissociados de exercícios orientados por tarefa. Nesse cenário, qual alternativa traduz com maior rigor a concepção atual sobre plasticidade neural em reabilitação pós-AVC?
Estudos recentes (Laborde et al.,2017; Sandercock et al.,2020) apontam a variabilidade da frequência cardíaca como marcador sensível de modulação autonômica, sendo utilizada na fisioterapia cardiorrespiratória para monitorar respostas adaptativas ao exercício terapêutico. Entretanto, a literatura destaca que valores isolados de VFC carecem de interpretação contextualizada, sobretudo em pacientes críticos. Considerando esse panorama, qual proposição reflete com maior precisão a aplicação clínica da VFC na prática fisioterapêutica contemporânea?
O advento de dispositivos de realidade virtual, robótica assistiva e exoesqueletos inaugurou novas fronteiras na reabilitação neurológica. Mehrholz et al. (2020) documentam que, embora tais recursos ampliem engajamento e proporcionem ganhos funcionais mensuráveis, sua eficácia está condicionada à integração com abordagens fisioterapêuticas convencionais. Considerando essa perspectiva, qual proposição descreve com maior exatidão a função dessas tecnologias no cenário clínico contemporâneo?