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O acompanhamento da família do paciente em cuidados paliativos exclusivos por equipe multiprofissional é importante para a identificação de problemas no luto pós-morte e para a prevenção do transtorno de luto complexo persistente.
Os pacientes em cuidados paliativos exclusivos não são acompanhados pelo paliativista no ambulatório, devendo o paliativista ser acionado para acompanhá-los como médico assistente ou como médico consultor no caso de haver necessidade de internação hospitalar para o controle de sintomas.
O uso de bisfosfonatos, como o ácido zoledrônico, é proscrito por ser considerado uma medida invasiva e desproporcional para os pacientes em cuidados paliativos exclusivos.
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No caso de a paciente evoluir com piora da função renal e um clearance de creatinina de 30%, a dose de morfina deverá ser ajustada, reduzindo-se a dose total em 50% e aumentando-se o intervalo entre as doses para seis em seis ou oito em oito horas.
O ajuste da medicação analgésica, segundo a escada analgésica da dor da Organização Mundial de Saúde, deve ser feito suspendendo-se a codeína e iniciando-se opioide forte como a morfina.