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A articulação entre os diversos dispositivos de saúde e assistência social, como Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Centros de Testagem e Diagnóstico (CTA) e Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), configura uma rede intersetorial essencial para o funcionamento da Estratégia Saúde da Família, promovendo um atendimento mais ágil e completo aos usuários.
A Estratégia Saúde da Família (ESF), consolidada em 2006, incorporou e ampliou a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), atuando como um modelo assistencial de atenção básica fundamentado em equipes multiprofissionais que desenvolvem ações de saúde a partir do conhecimento local e das necessidades da população adscrita a um território definido.
A atuação do Agente Comunitário de Saúde na Estratégia Saúde da Família deve ser pautada por uma visão fragmentada do indivíduo, focando apenas nos aspectos biológicos da doença e desconsiderando as influências sociais, econômicas e ambientais em sua saúde.
A Estratégia Saúde da Família, enquanto modelo assistencial da atenção básica, fundamenta-se no trabalho de equipes multiprofissionais em território adscrito, desenvolvendo ações de saúde a partir do conhecimento local e das necessidades da população, promovendo o acesso aos serviços e o estabelecimento de vínculo.
A Estratégia Saúde da Família (ESF), consolidada em 2006, incorporou a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que já existiam desde 1991, com o objetivo de ampliar a cobertura e a resolutividade da atenção básica, reafirmando os princípios de universalidade, equidade e integralidade do SUS.