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Um senhor de 75 anos, aposentado e com boa saúde, busca informações sobre seus direitos e as políticas públicas voltadas para a população idosa no Brasil. Ele deseja entender quais são os princípios que norteiam essas políticas e como a sociedade deve se organizar para garantir seu bem-estar e participação.
O planejamento no Serviço Social é uma atividade essencial para a organização e a efetividade das intervenções profissionais, especialmente em contextos que exigem articulação intersetorial e interdisciplinar. Em Salto (SP), a Secretaria de Assistência Social planeja a criação de um novo programa de combate à pobreza. O assistente social responsável pela elaboração do plano de ação precisa considerar as diferentes dimensões do fenômeno e a colaboração de outras áreas do conhecimento. Nesse sentido, a interdisciplinaridade no planejamento do Serviço Social se manifesta principalmente pela:
A análise institucional, enquanto ferramenta teórico-metodológica no Serviço Social, permite compreender as dinâmicas, os conflitos e as relações de poder presentes nas organizações onde os profissionais atuam. Em uma instituição de acolhimento para crianças e adolescentes em Salto (SP), a equipe de Serviço Social observa tensões recorrentes entre os diferentes setores (pedagógico, psicológico e de assistência social). Para lidar com essa situação, a aplicação da análise institucional seria mais eficaz se focasse em:
A Política Nacional do Idoso (PNI), instituída pela Lei nº 8.842/1994, estabelece diretrizes fundamentais para assegurar os direitos e promover a dignidade da população idosa no Brasil. Em um município do interior de São Paulo, a prefeitura busca implementar ações concretas alinhadas a essa política. Ao discutir as diretrizes, um assistente social levanta a necessidade de priorizar o atendimento familiar em detrimento do asilar, exceto em situações específicas. Essa prioridade está diretamente relacionada a qual das diretrizes previstas na lei?
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/1990, representa um marco na garantia dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil, superando a antiga doutrina da situação irregular pela doutrina da proteção integral. Em uma audiência no Juizado da Infância e Juventude de Salto (SP), um adolescente em conflito com a lei é apresentado. O assistente social, ao analisar o caso, deve considerar que o ECA reconhece o adolescente não mais como um objeto de proteção estatal, mas como um sujeito de direitos. Essa mudança de paradigma implica diretamente em qual das seguintes abordagens em relação ao adolescente?