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Paciente de 62 anos, G4P4, menopausada há 10 anos, procura atendimento por episódio único de sangramento vaginal. Foi realizada biópsia histeroscópica que evidenciou carcinoma endometrioide G3 (alto grau). Após a paciente ser submetida ao estadiamento cirúrgico completo (histerectomia total + salpingo-ooforectomia bilateral + linfadenectomia pélvica e para-aórtica), o laudo anatomopatológico final revelou: carcinoma endometrioide G3 infiltrando 70% da espessura miometrial; metástase em 2 de 14 linfonodos pélvicos; 10 linfonodos para-aórticos livres de neoplasia. Considerando a classificação FIGO 2023 para câncer de endométrio, qual é o estádio da doença nesse caso?
Uma paciente de 64 anos, assintomática (ECOG 0), com história de esteatose hepática não alcoólica (NASH) e sem fibrose avançada (F0-F1 na elastografia), realiza um check-up. Dentre os exames solicitados no check-up, a ressonância magnética de abdome evidenciou um nódulo de 4,2 cm no segmento VII, hipervascular na fase arterial com washout portal, característico de Carcinoma Hepatocelular (HCC). A função hepática está preservada (Child-Pugh A), com INR 1,0, bilirrubinas normais e plaquetas de 310.000/mm³. Não há sinais de hipertensão portal. Considerando o estadiamento, qual é a conduta terapêutica de primeira linha com intenção curativa para esse caso?
Homem de 62 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 controlado, é encaminhado para investigação de anemia ferropriva sintomática (cansaço e dispneia aos esforços). A colonoscopia identificou uma lesão ulcerovegetante, friável, ocupando 50% da circunferência da luz na flexura hepática, e as biópsias confirmaram adenocarcinoma invasivo. O estadiamento (TC de tórax e abdome) revelou espessamento parietal na transição cólon ascendente/transverso, sem invasão de órgãos adjacentes, e ausência de metástases à distância (cT3 N0 M0). Qual procedimento cirúrgico oferece a ressecção oncológica curativa ideal para esse caso?
Mulher de 62 anos, no 21º dia de pós-operatório de mastectomia radical modificada à esquerda, retorna ao ambulatório queixando-se de “inchaço” e desconforto na região axilar e parede torácica. O dreno aspirativo foi removido no 10º DPO. Ao exame, não há hiperemia ou calor local, mas nota-se abaulamento flutuante. A ultrassonografia confirma coleção líquida anecoica (compatível com seroma) de aproximadamente 90 mL. Essa é a terceira avaliação pela mesma queixa, tendo sido puncionada (com esvaziamento) duas vezes na última semana, com recidiva rápida do volume. Diante desse quadro de seroma persistente, a conduta prioritária é
Homem de 65 anos, tabagista pesado, foi diagnosticado com carcinoma de pulmão de células não pequenas localizado no lobo superior direito, medindo 4,5 cm. A avaliação funcional revelou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF₁) de 55% do previsto. Considerando as diretrizes atuais, no caso descrito, a abordagem cirúrgica mais apropriada é