Filtrar


Questões por página:
Paciente de 65 anos, submetido à gastrectomia total com reconstrução em Y-de-Roux, evolui no 4º dia de pós-operatório com aumento progressivo do volume abdominal, náuseas e interrupção da eliminação de gases e fezes. Ao exame, apresenta abdome distendido, doloroso difusamente, sem sinais de peritonite e com ruídos hidroaéreos hipoativos. A tomografia computadorizada evidencia dilatação uniforme de alças intestinais até o reto, sem ponto de obstrução definido, sem líquido livre ou pneumoperitônio. Com base nesse quadro, qual é o diagnóstico mais provável?
Mulher de 64 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma de cabeça de pâncreas com indicação de tratamento cirúrgico (gastroduodenopancreatectomia), relata saciedade precoce e dor abdominal há 3 meses, evoluindo com perda de 9 kg no período (peso habitual 60 kg, peso atual 51 kg). Seu IMC atual é de 17,8 kg/m² e a albumina sérica é de 2,9 g/dL. Com base nesse caso clínico, a conduta mais apropriada é
Mulher de 68 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma de pulmão metastático (pulmão, fígado e ossos), está em acompanhamento domiciliar pela equipe de Cuidados Paliativos exclusivos, com status de performance ECOG 4. Na última semana, evoluiu com piora acentuada da dispneia, referindo “fome de ar” constante, mesmo em repouso. Ao exame, encontra-se ansiosa, taquipneica (FR 28 irpm), com uso de musculatura acessória, estando a saturação de oxigênio em ar ambiente em 91%. A medida de primeira linha para o alívio da dispneia refratária nessa fase de fim de vida é
Homem de 62 anos, submetido à parotidectomia superficial por adenoma pleomórfico, evolui no 12º dia pós-operatório com saída de secreção clara pela ferida cervical, que aumenta durante a alimentação. Não há sinais de infecção local. Qual é a medida inicial mais apropriada para o manejo desse quadro?
Mulher de 64 anos, previamente hígida, procura atendimento por tenesmo e episódios de enterorragia há 3 meses. Sua colonoscopia revela lesão ulcerada e estenosante em reto baixo, a 4 cm da margem anal, e a biópsia confirma adenocarcinoma. O estadiamento por Ressonância Magnética de Pelve demonstra: lesão T3 (invadindo a gordura mesorretal em 6 mm) e múltiplos linfonodos mesorretais suspeitos (N2), com distância de 1 mm da fáscia mesorretal (fáscia ameaçada), sem metástases à distância. A paciente possui status de performance (ECOG 0). Considerando o estadiamento e as diretrizes atuais para câncer de reto localmente avançado, nesse caso, a sequência terapêutica inicial mais adequada é