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A teoria das necessidades de David McClelland (1961/1987), formulada no contexto da psicologia organizacional, propõe que três motivos fundamentais orientam o comportamento humano no trabalho: necessidade de realização, de poder e de afiliação. O autor argumenta que “o desempenho de excelência é produto de padrões internos de motivação, mais do que de controles externos”. Com base nesse referencial, a motivação para realização é caracterizada por:
A teoria social cognitiva de Albert Bandura (1986/2001) introduz o conceito de agência humana, entendida como capacidade autorreflexiva e proativa de influenciar eventos por meio da autoeficácia percebida. Em Social Foundations of Thought and Action, o autor afirma que “as pessoas não são apenas produtos do ambiente, mas também produtores dele”. Essa formulação redefine o determinismo unidirecional do comportamento. Assim, o princípio de determinação recíproca triádica postula que:
Na psicologia humanista, Carl Rogers (1951/1997) descreve o processo terapêutico como um encontro interpessoal em que a experiência do cliente é progressivamente simbolizada de modo mais acurado no self, desde que determinadas atitudes estejam presentes no terapeuta. Em seus estudos sobre mudança de personalidade, o autor enfatiza que não são as técnicas específicas, mas as “condições necessárias e suficientes” que promovem transformação. Considerando esse enquadre, a psicoterapia centrada na pessoa tem como objetivo primordial:
B.F. Skinner (1953/1974), ao formular o behaviorismo radical, concebeu o comportamento como fenômeno selecionado por suas consequências, rejeitando explicações mentalistas e valorizando o controle experimental das variáveis. Em Science and Human Behavior, o autor argumenta que “a liberdade é um mito quando o comportamento é determinado por contingências de reforço”, apontando o papel do ambiente na modelagem das ações humanas. Dentro dessa perspectiva, a aprendizagem é definida como:
Carl Gustav Jung (1953/2000), ao propor a psicologia analítica, ampliou o conceito de inconsciente introduzindo a noção de inconsciente coletivo e arquétipos universais. Em Os arquétipos e o inconsciente coletivo, o autor descreve tais imagens primordiais como formas simbólicas herdadas que estruturam mitos, sonhos e produções culturais. O processo de individuação, nessa abordagem, constitui a integração progressiva dos conteúdos inconscientes à consciência. Considerando esse referencial, é correto afirmar que o processo de individuação: