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A terapia cognitiva proposta por Aaron Beck (1976/2011) parte do pressuposto de que esquemas subjacentes organizam a experiência e orientam a interpretação dos eventos, predispondo o indivíduo a padrões recorrentes de distorção. Nesse enquadre, a intervenção clínica busca atuar sobre o modo como o sujeito estrutura significado e atribui valor às suas vivências. Considerando esse referencial, o foco central do processo terapêutico cognitivo é:
No modelo social cognitivo de Albert Bandura, a aprendizagem observacional resulta da interação recíproca entre fatores pessoais, comportamentais e ambientais. A noção de autoeficácia emerge como variável central para compreensão do comportamento humano, sendo mais adequadamente compreendida como:
Na teoria psicossocial de Erik Erikson, o desenvolvimento do ego se organiza em crises normativas que refletem interações entre maturação biológica e demandas socioculturais. No estágio de “Identidade versus Confusão de Papéis”, característico da adolescência, o êxito adaptativo está mais relacionado à:
O estruturalismo de Wundt e Titchener buscou isolar os componentes da consciência por meio de observação controlada e introspecção analítica, enquanto o funcionalismo de James e Dewey deslocou o foco para a utilidade adaptativa dos processos mentais. Considerando as implicações epistemológicas dessas escolas para a consolidação da Psicologia científica, é correto afirmar que o estruturalismo:
O manejo das fraturas mandibulares requer diagnóstico radiográfico preciso e decisão terapêutica individualizada. Ellis (2019) aponta que a escolha entre tratamento aberto e fechado depende da localização, desvio e condições sistêmicas do paciente. Qual proposição está mais alinhada às recomendações atuais?