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Um atleta de 25 anos relata dor persistente na região posterior da coxa e dificuldade em acelerar durante corridas, após um treino intenso. A avaliação fisioterapêutica identificou um quadro de isquiotibiais encurtados e uma alteração na fase de balanço da marcha, com compensações no joelho e quadril.
Um paciente vítima de amputação transfemoral necessita de reabilitação para retornar às suas atividades diárias com o máximo de independência possível. O fisioterapeuta é responsável por orientar o paciente no uso de uma prótese e no desenvolvimento de estratégias de locomoção seguras e eficientes.
Um paciente com DPOC avançada apresenta grande dificuldade em realizar a higiene brônquica, resultando em acúmulo de secreções e episódios frequentes de infecção respiratória. O fisioterapeuta precisa implementar técnicas que auxiliem na mobilização e eliminação dessas secreções, promovendo uma respiração mais eficaz e reduzindo o risco de complicações.
Uma paciente idosa, com 78 anos, relata dor crônica no ombro direito, com limitação significativa para realizar atividades de vida diária como pentear os cabelos e alcançar objetos em prateleiras elevadas. A avaliação fisioterapêutica sugere uma tendinopatia do supraespinhal, com possível envolvimento do infraespinhal, e dor à elevação do braço.
A avaliação fisioterapêutica é a base para a elaboração de um plano de tratamento individualizado e eficaz. Ao avaliar um paciente idoso com histórico de quedas recorrentes e dificuldade de locomoção, o fisioterapeuta precisa analisar diversos aspectos funcionais e de risco. Qual dos seguintes métodos de avaliação é mais indicado para identificar os fatores que contribuem para a instabilidade postural e o risco de quedas em idosos?