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Para adulto com DRC (doença renal crônica) G3b–G4 não dialítico, hiperfosfatemia limítrofe e risco cardiometabólico, qual alvo proteico e ênfase dietética melhor refletem recomendações recentes?
A caquexia tumoral é caracterizada por resposta inflamatória sistêmica persistente, resistência anabólica e alterações metabólicas complexas, incluindo ativação da via IDO (indoleamina-2,3- dioxigenase) com catabolismo aumentado de triptofano e disfunção imunológica. Diretrizes internacionais (ESPEN,2021; Fearon et al.,2017; Prado et al.,2020) reforçam que a intervenção nutricional deve ser precoce, multimodal e associada à terapêutica oncológica e exercício físico. Ainda assim, práticas divergentes persistem na clínica. Considerando esse cenário, qual estratégia nutricional reflete de modo mais fidedigno as recomendações atuais?
Para esforços de alta intensidade (1–4 min), foque no tamponamento intramuscular. Qual intervenção apresenta evidência robusta para elevar carnosina muscular e tolerância a H⁺?
Em doença de Crohn pediátrica ativa, com trato gastrointestinal funcionante e ingestão insuficiente, qual estratégia de primeira linha para indução de remissão apresenta melhor suporte em diretrizes?
Estudos em crononutrição mostram que a ingestão alimentar fora do alinhamento circadiano natural (p. ex., refeições noturnas tardias) associa-se a resistência insulínica, disfunções lipídicas e inflamação crônica de baixo grau. Pesquisas de Scheer et al. (2013) e Garaulet & Gómez-Abellán (2014) evidenciam que a distribuição temporal dos macronutrientes influencia não apenas glicemia e insulina, mas também cortisol, melatonina e gasto energético. Considerando esse corpo de evidência, qual proposição traduz de forma mais consistente os achados atuais?