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Os exercícios pliométricos representam uma estratégia fundamental no processo de reabilitação funcional do ombro, devendo ser considerados tanto em atletas de arremesso quanto em praticantes de esportes de contato. Entretanto, é essencial que o fisioterapeuta compreenda corretamente o momento e a forma de inseri-los no programa terapêutico. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA:
Um atleta de futebol profissional, 7 meses após a reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA), apresenta evolução satisfatória da força muscular e mobilidade, mas relata insegurança durante mudanças de direção em treinos específicos. Ao ser submetido à avaliação funcional, o índice de simetria entre membros (LSI) no teste de salto unipodal para distância foi de 88%, e no salto triplo foi de 85%. Além disso, a avaliação de questionários autorreferidos demonstrou escores abaixo do ponto de corte recomendado para retorno ao esporte. De acordo com o caso clínico apresentado, qual deve ser a conduta mais apropriada?
Durante a fase intermediária da reabilitação após a reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA), a escolha dos exercícios é fundamental para otimizar o ganho de força e a função, sem aumentar a frouxidão ligamentar. Sendo assim, qual estratégia é recomendada para o treinamento de força do quadríceps nessa fase?
Um atleta iniciante praticante de Crossfit® de 33 anos, com sobrepeso, realiza 4 treinos semanais com duração de 1 hora e 10 minutos em média, apresenta dor plantar medial no calcanhar, que piora pela manhã ao acordar e após treinos. Relata dificuldade e dor ao executar movimentos de salto e agachamento. Durante a avaliação, apresentou dor à palpação na fáscia plantar, limitação de dorsiflexão do tornozelo, windlass test positivo e Foot Posture Index +7.

Com base nas recomendações das Diretrizes de Prática Clínica da Fascite Plantar, assinale a alternativa INCORRETA sobre as condutas mais efetivas para este paciente:
Um velocista olímpico, 25 anos, apresenta dor lombar irradiada para o membro inferior direito de evolução aguda, com dificuldade para permanecer longos períodos sentado ou em pé e significativa paresia associada. Foi encaminhado à avaliação médica e diagnosticado com discopatia degenerativa lombar, confirmada por ressonância magnética. Após controle inicial da dor com tratamento fisioterapêutico associado a medidas medicamentosas, o atleta evoluiu para a fase de reabilitação intermediária. A comissão técnica pressiona a equipe de reabilitação pela volta rápida do atleta ao treino de sprint.

Com base nas mais atuais evidências científicas, qual deve ser a estratégia de prescrição de exercícios neste estágio intermediário de reabilitação?