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Aludindo-se à concordância verbal, marque a alternativa incorreta.
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente,
segundo a mesma regra.
A respeito dos sinais de pontuação, assinale a alternativa que faz afirmação
verdadeira.
A divisão silábica gramatical obedece a algumas regras. Sobre isso, leia os
itens e especifique a alternativa devida.
(I)- As letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, xc, devem ser separadas.
(II)- Os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas não devem ser separados, excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r.
(III)- Os hiatos são sempre separados quanto à divisão silábica.
(I)- As letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, xc, devem ser separadas.
(II)- Os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas não devem ser separados, excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r.
(III)- Os hiatos são sempre separados quanto à divisão silábica.
Sobre foco narrativo e tipos de narrador, analise os itens e assinale a alternativa
correta.
I- Narrador onisciente é um narrador em terceira pessoa que, como o próprio nome indica, sabe tudo sobre a história que conta, o passado e o futuro, o visível e o invisível, inclusive o que se passa na subjetividade das personagens, seus pensamentos e emoções mais profundas.
II- Se o foco narrativo não recai necessariamente sobre o narrador personagem, as obras que são narradas por essa categoria podem adotar o discurso em primeira pessoa, ou em terceira pessoa. E, mesmo quando narrado em terceira pessoa, o pacto entre leitor e narrador é imediato, uma vez que, depois do escritor, o narrador ainda é a entidade que sabe mais, e tem informações privilegiadas, sobre o que está sendo narrado.
III- A narrativa se dá por meio do ponto de vista parcial que o narrador possui e apresenta ao leitor, que não tem outro ângulo possível de acesso à história. Mesmo não tendo acesso total aos detalhes da narração, o narrador personagem ainda assim estabelece uma relação íntima com todos os elementos da narrativa.
IV- O narrador observador é aquele que estrutura o discurso narrativo com a voz em terceira pessoa e não participa ativamente de uma ação narrativa. Esse tipo de narrador apenas expõe os eventos observados por ele, mantendo o distanciamento e a objetividade do contar, afinal, ele desconhece o íntimo dos personagens e das ações por eles praticadas.
A imparcialidade do narrador observador o coloca em nível de igualdade com o leitor, pois ambos espreitam as situações com uma visão externa, ou seja, nem o leitor e nem o narrador conseguem penetrar intimamente os meandros da história. O enredo não é visto em seu todo, mas em suas partes.
I- Narrador onisciente é um narrador em terceira pessoa que, como o próprio nome indica, sabe tudo sobre a história que conta, o passado e o futuro, o visível e o invisível, inclusive o que se passa na subjetividade das personagens, seus pensamentos e emoções mais profundas.
II- Se o foco narrativo não recai necessariamente sobre o narrador personagem, as obras que são narradas por essa categoria podem adotar o discurso em primeira pessoa, ou em terceira pessoa. E, mesmo quando narrado em terceira pessoa, o pacto entre leitor e narrador é imediato, uma vez que, depois do escritor, o narrador ainda é a entidade que sabe mais, e tem informações privilegiadas, sobre o que está sendo narrado.
III- A narrativa se dá por meio do ponto de vista parcial que o narrador possui e apresenta ao leitor, que não tem outro ângulo possível de acesso à história. Mesmo não tendo acesso total aos detalhes da narração, o narrador personagem ainda assim estabelece uma relação íntima com todos os elementos da narrativa.
IV- O narrador observador é aquele que estrutura o discurso narrativo com a voz em terceira pessoa e não participa ativamente de uma ação narrativa. Esse tipo de narrador apenas expõe os eventos observados por ele, mantendo o distanciamento e a objetividade do contar, afinal, ele desconhece o íntimo dos personagens e das ações por eles praticadas.
A imparcialidade do narrador observador o coloca em nível de igualdade com o leitor, pois ambos espreitam as situações com uma visão externa, ou seja, nem o leitor e nem o narrador conseguem penetrar intimamente os meandros da história. O enredo não é visto em seu todo, mas em suas partes.