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Imaginando o “Brasil como potência emergente”, reatou as relações diplomáticas com a China comunista, reconheceu os governos socialistas da Guiné-Bissau, de Moçambique e de Angola, também negociando o acordo nuclear com a República Federal da Alemanha, no começo secretamente. (Evaldo Vieira. Brasil: do golpe de 1964 à redemocratização. Em: Carlos Guilherme Mota (org.).A experiência brasileira. A grande transação)
O excerto refere-se ao governo
Em 1624, quando a notícia da conquista de Salvador pelos holandeses chegou a Lisboa, o governador de Portugal, o conde de Basto, escreveu ao rei em Madri: [...] porque o Brazil leva todo este reino tras de si, as rendas reais, porque sem Brazil, não há Angola, nem Cabo Verde, nem o pau que dali se traz, nem alfândegas, nem consulado, nem portos secos, nem situação em que se paguem os tribunais, e ministros e seus salários, nem meio de que possam viver, e dar vida a outros, a nobreza, as religiões, misericórdias e hospitais, que tinham nas alfândegas situados os seus juros e suas tenças. E assim foi esse golpe o mais universal que podia padecer o rei, o público e os particulares [...] (Stuart B. Schwartz. “Gente da terra braziliense da nasção”. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000))
O documento mostra
A estratégia lusitana de consolidação e ampliação da América portuguesa assentou-se, do ponto de vista geopolítico, num tripé: na escolha da Bahia para sede do governo geral, na fundação de São Paulo e na criação de São Sebastião do Janeiro. (Jorge Couto, A gênese do Brasil. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000). Adaptado)
O objetivo português em fundar São Paulo relaciona-se com o interesse em
O populismo, fenômeno amplamente analisado por sociólogos, cientistas políticos e economistas, mereceu, nos últimos anos, a atenção dos historiadores brasileiros. Especial interesse foi demonstrado pelo estudo do varguismo, sobretudo o denominado “primeiro período” – anos 30 e o Estado Novo. O objetivo deste texto é refletir sobre as razões que levaram os historiadores a se debruçarem sobre essa fase da história do Brasil, explorando temas relacionados ao Estado Novo e os resultados mais significativos das pesquisas realizadas sobre o assunto a partir de 1980. Tais estudos têm inclusive possibilitando uma revisão de tipo conceitual sobre a experiência estadonovista. (Maria Helena Rolim Capelato, Estado Novo: novas histórias. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva)
“Sobre as razões que levaram os historiadores a se debruçarem sobre essa fase da história do Brasil”, Capelato aponta que

Em texto de 1995, John Manuel Monteiro afirma que “a nova história indígena no Brasil encontrou um campo fértil para crescer a partir de uma série de elementos novos”.

(O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy L. da Silva e Luís D. B. Grupioni (orgs). A temática indígena na escola)


Tais “elementos novos” constituem-se