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Um paciente chega à unidade de emergência com sangramento vaginal anormal e dor pélvica intensa. A enfermeira responsável pela triagem e assistência inicial precisa avaliar rapidamente a situação para determinar a gravidade e o manejo adequado, considerando as possíveis causas ginecológicas.
Após uma cirurgia de grande porte, o paciente é encaminhado à Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA). A equipe de enfermagem da SRPA tem como responsabilidade principal monitorar o paciente nas primeiras horas após a anestesia, garantindo a estabilidade de suas funções vitais e o manejo de possíveis complicações.
Um recém-nascido de 3 dias apresenta letargia, choro fraco, diminuição da elasticidade da pele e mucosas secas. A mãe relata que o bebê mama pouco e tem poucas fraldas molhadas. Ao exame físico, o enfermeiro observa fontanela deprimida e olhos encovados. Esses sinais e sintomas são indicativos de um quadro agudo que requer intervenção imediata.
Um município registrou um aumento inesperado no número de casos de dengue nos últimos três meses, com focos do mosquito Aedes aegypti identificados em diversas áreas. A Secretaria Municipal de Saúde precisa implementar ações de controle e prevenção, além de monitorar a evolução da doença na população. Para isso, é crucial a atuação da vigilância epidemiológica.
Um paciente idoso, com 85 anos, foi admitido em uma unidade de internação geriátrica com quadro de infecção urinária e lesão por pressão em região sacral. A equipe de enfermagem precisa implementar medidas rigorosas para prevenir a disseminação de microrganismos e proteger o paciente de novas infecções, considerando sua vulnerabilidade.