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Homem de 61 anos, ex-tabagista (30 anos-maço), foi diagnosticado com carcinoma espinocelular de borda lateral de língua, HPV-negativo. A tomografia de cabeça e pescoço mostrou lesão infiltrativa medindo 2,8 cm de maior diâmetro, restrita ao músculo intrínseco da língua, sem invasão óssea. O pescoço apresentou um linfonodo único aumentado no nível IIa, medindo 2,1 cm, com limites preservados e sem sinais de invasão extracapsular, compatível com estadiamento clínico cT2N1M0. O paciente foi submetido à hemiglossectomia parcial com esvaziamento cervical seletivo (níveis I–III). O laudo anatomopatológico revelou margens livres (6 mm), um linfonodo positivo (nível IIa, sem extravasamento capsular) e presença de invasão perineural moderada no leito primário. Considerando os achados pós-operatórios, qual é a conduta adjuvante mais indicada para o caso conforme as diretrizes atuais?
Paciente de 62 anos, G4P4, menopausada há 10 anos, procura atendimento por episódio único de sangramento vaginal. Foi realizada biópsia histeroscópica que evidenciou carcinoma endometrioide G3 (alto grau). Após a paciente ser submetida ao estadiamento cirúrgico completo (histerectomia total + salpingo-ooforectomia bilateral + linfadenectomia pélvica e para-aórtica), o laudo anatomopatológico final revelou: carcinoma endometrioide G3 infiltrando 70% da espessura miometrial; metástase em 2 de 14 linfonodos pélvicos; 10 linfonodos para-aórticos livres de neoplasia. Considerando a classificação FIGO 2023 para câncer de endométrio, qual é o estádio da doença nesse caso?
Uma paciente de 64 anos, assintomática (ECOG 0), com história de esteatose hepática não alcoólica (NASH) e sem fibrose avançada (F0-F1 na elastografia), realiza um check-up. Dentre os exames solicitados no check-up, a ressonância magnética de abdome evidenciou um nódulo de 4,2 cm no segmento VII, hipervascular na fase arterial com washout portal, característico de Carcinoma Hepatocelular (HCC). A função hepática está preservada (Child-Pugh A), com INR 1,0, bilirrubinas normais e plaquetas de 310.000/mm³. Não há sinais de hipertensão portal. Considerando o estadiamento, qual é a conduta terapêutica de primeira linha com intenção curativa para esse caso?
Homem de 62 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 controlado, é encaminhado para investigação de anemia ferropriva sintomática (cansaço e dispneia aos esforços). A colonoscopia identificou uma lesão ulcerovegetante, friável, ocupando 50% da circunferência da luz na flexura hepática, e as biópsias confirmaram adenocarcinoma invasivo. O estadiamento (TC de tórax e abdome) revelou espessamento parietal na transição cólon ascendente/transverso, sem invasão de órgãos adjacentes, e ausência de metástases à distância (cT3 N0 M0). Qual procedimento cirúrgico oferece a ressecção oncológica curativa ideal para esse caso?
Mulher de 62 anos, no 21º dia de pós-operatório de mastectomia radical modificada à esquerda, retorna ao ambulatório queixando-se de “inchaço” e desconforto na região axilar e parede torácica. O dreno aspirativo foi removido no 10º DPO. Ao exame, não há hiperemia ou calor local, mas nota-se abaulamento flutuante. A ultrassonografia confirma coleção líquida anecoica (compatível com seroma) de aproximadamente 90 mL. Essa é a terceira avaliação pela mesma queixa, tendo sido puncionada (com esvaziamento) duas vezes na última semana, com recidiva rápida do volume. Diante desse quadro de seroma persistente, a conduta prioritária é