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Leia o caso a seguir.
Em um hospital universitário, a equipe de farmacovigilância avalia reações adversas notificadas em pacientes com polifarmácia, doenças graves e evolução clínica complexa. Durante a análise, observa-se que, em diversos casos, não há reexposição ao medicamento suspeito, os dados laboratoriais são incompletos e o evento pode ser explicado por condições clínicas concomitantes. Diante desse cenário, a escolha e a interpretação dos algoritmos de causalidade utilizados tornamse centrais para a qualificação das notificações.
Considerando as características do algoritmo de Naranjo e do sistema WHO-UMC, a análise desses casos deve reconhecer que
Em um hospital universitário, a equipe de farmacovigilância avalia reações adversas notificadas em pacientes com polifarmácia, doenças graves e evolução clínica complexa. Durante a análise, observa-se que, em diversos casos, não há reexposição ao medicamento suspeito, os dados laboratoriais são incompletos e o evento pode ser explicado por condições clínicas concomitantes. Diante desse cenário, a escolha e a interpretação dos algoritmos de causalidade utilizados tornamse centrais para a qualificação das notificações.
Considerando as características do algoritmo de Naranjo e do sistema WHO-UMC, a análise desses casos deve reconhecer que
Leia o caso a seguir.
No processo de incorporação de um medicamento inovador para o tratamento de um tipo de câncer, a avaliação realizada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) identifica benefício clínico potencial, porém com incertezas relevantes quanto à efetividade no mundo real e ao impacto orçamentário. Paralelamente, observa-se aumento de demandas judiciais para acesso à tecnologia. Diante desse cenário, discute-se a adoção de acordos de compartilhamento de risco (risk-sharing) como estratégia de gestão da incorporação.
Considerando os fundamentos da farmacoeconomia e da avaliação de tecnologias em saúde, a utilização desses acordos se justifica por permitir
No processo de incorporação de um medicamento inovador para o tratamento de um tipo de câncer, a avaliação realizada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) identifica benefício clínico potencial, porém com incertezas relevantes quanto à efetividade no mundo real e ao impacto orçamentário. Paralelamente, observa-se aumento de demandas judiciais para acesso à tecnologia. Diante desse cenário, discute-se a adoção de acordos de compartilhamento de risco (risk-sharing) como estratégia de gestão da incorporação.
Considerando os fundamentos da farmacoeconomia e da avaliação de tecnologias em saúde, a utilização desses acordos se justifica por permitir
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Em uma farmácia hospitalar, ocorre o derramamento de um quimioterápico antineoplásico durante o preparo. O farmacêutico responsável técnico decide não acionar o protocolo institucional, não registrar o incidente e autoriza a limpeza da área sem uso do kit específico, apesar de conhecer as normas vigentes. O episódio é posteriormente identificado em inspeção sanitária, com relato de exposição ocupacional de trabalhadores.
À luz do Código de Ética do Farmacêutico (Resolução CFF nº 724/2022), a conduta do farmacêutico caracteriza a ocorrência de
Em uma farmácia hospitalar, ocorre o derramamento de um quimioterápico antineoplásico durante o preparo. O farmacêutico responsável técnico decide não acionar o protocolo institucional, não registrar o incidente e autoriza a limpeza da área sem uso do kit específico, apesar de conhecer as normas vigentes. O episódio é posteriormente identificado em inspeção sanitária, com relato de exposição ocupacional de trabalhadores.
À luz do Código de Ética do Farmacêutico (Resolução CFF nº 724/2022), a conduta do farmacêutico caracteriza a ocorrência de
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Um farmacêutico atua no planejamento da aquisição de medicamentos utilizados no tratamento do câncer em um serviço habilitado no SUS. Assim, ele deve conhecer como a Assistência Farmacêutica está organizada no Brasil para orientar corretamente os fluxos administrativos e assistenciais.
Considerando a organização atual da Assistência Farmacêutica no SUS, esses medicamentos integram
Um farmacêutico atua no planejamento da aquisição de medicamentos utilizados no tratamento do câncer em um serviço habilitado no SUS. Assim, ele deve conhecer como a Assistência Farmacêutica está organizada no Brasil para orientar corretamente os fluxos administrativos e assistenciais.
Considerando a organização atual da Assistência Farmacêutica no SUS, esses medicamentos integram
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Um usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) impetra uma ação judicial solicitando o fornecimento de um medicamento para tratamento de condição crônica. Diante da ordem judicial, surge divergência entre os entes federativos quanto à responsabilidade pelo fornecimento, uma vez que o medicamento não é padronizado localmente e o paciente reside em município de pequeno porte. Para orientar o cumprimento da decisão, o gestor farmacêutico utiliza o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a organização do SUS e a articulação interfederativa.
À luz desse decreto e da organização da Assistência Farmacêutica, a definição da responsabilidade pelo fornecimento do medicamento deve considerar a
Um usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) impetra uma ação judicial solicitando o fornecimento de um medicamento para tratamento de condição crônica. Diante da ordem judicial, surge divergência entre os entes federativos quanto à responsabilidade pelo fornecimento, uma vez que o medicamento não é padronizado localmente e o paciente reside em município de pequeno porte. Para orientar o cumprimento da decisão, o gestor farmacêutico utiliza o Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a organização do SUS e a articulação interfederativa.
À luz desse decreto e da organização da Assistência Farmacêutica, a definição da responsabilidade pelo fornecimento do medicamento deve considerar a