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Analise as afirmações a seguir que abordam o funcionamento do tempo verbal.
I- As formas verbais simples - ANUNCIAR, PASSAR e ANTECIPAR -, conjugadas no futuro do pretérito, são passíveis de substituição pelas locuções verbais: IA/IRIAANUNCIAR; IA/IRIAPASSAR e IA/IRIAANTECIPAR.
II- A forma verbal simples CEDERA, conjugada no pretérito mais que perfeito é passível de substituição pelo tempo composto HAVIACEDIDO, alternância também admissível entre as formas HAVIACHEGADO e CHEGARA.
III- As formas verbais simples – RECEBER, CONVOCAR e INFORMAR, conjugadas no pretérito perfeito são passíveis de substituição pelas formas RECEBERA, CONVOCARA e INFORMARA, no pretérito mais que perfeito.
É CORRETO o que se afirma em:
A charge abaixo, publicada após o desastre ocorrido em Brumadinho (MG), traz uma crítica às autoridades por não terem realizado ações para evitar repetir-se o que ocorrera em Mariana. Analise a oração presente no segundo balão em resposta à pergunta feita por um dos personagens, com atenção para a concordância verbal, e, em seguida, avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) cada uma das explicações referentes à aplicação da regra de concordância na situação apresentada.

(http://www.jornaldebrasilia.com.br/wpcontent/uploads/2019/01/28_ charge_brumadinho_desastre-290x163.png)
( ) A concordância está correta, pois o fato de os termos “descaso” e
“impunidade” serem sinônimos justifica o uso do verbo no
singular.
( ) Aconcordância está correta, pois, sendo o sujeito composto, pode o verbo flexionar-se no singular, harmonizando-se com o núcleo mais próximo, que se apresenta no singular.
( ) A concordância está errada, pois, como o sujeito é composto, a concordância deve ser estabelecida com os dois núcleos, levando o verbo para o plural.
( ) Alterando-se a ordem de colocação do sujeito composto, o verbo deve ser empregado no plural, harmonizando-se com os dois núcleos.
( ) Alterando-se a ordem de colocação do sujeito composto, o verbo deve flexionar-se em concordância com o número do núcleo mais próximo.
A sequência que traz a CORRETA avaliação é:
A articulação das informações em um texto se faz por meio de recursos linguísticos diversos. Faça a leitura do excerto da entrevista abaixo transcrito com a historiadora Mary Del Priore, cujo foco é a gratuidade ou não do ensino, atentando para a conexão textual.

A respeito dos vínculos estabelecidos no texto, evidenciam-se diferentes mecanismos de coesão, pois
I- o fato de a educação não ser totalmente pública e o da presença da iniciativa privada são informações retomadas pelas expressões
“dessa impossibilidade” (l.1 e 2) e “opção” (l. 2), respectivamente, caracterizando um misto de coesão referencial e lexical.
II- a contraposição entre características atribuídas ao setor privado (l.5), como “ser eficiente” e “restringir-se a quem pode pagar” é sinalizada pela conjunção coordenativa “mas”, que atua como elemento de coesão sequencial.
III- as falhas quanto às gestões pública e privada, no caso, diretores não serem gestores, mas executores de instruções (l.9), e certas universidades roubarem e enganarem alunos (l.10 e 11) são informações introduzidas por orações adjetivas explicativas, cuja marca de coesão referencial é o “que”.
A explicação CORRETA está expressa na(s) proposição(ões) citada(s) na alternativa:
Avalie, como verdadeiro (V) ou falso (F), as proposições expostas na sequência do texto “No meio do caminho”, extraído da seção HUMOR, de Época - 08/04/19:
NO MEIO DO CAMINHO (por Renato Terra)
No meio do caminho tinha um post
Tinha um post no meio do caminho
Tinha um post
No meio do caminho tinha um post
No meio do debate da Previdência, do pacote anticrime
De reformas tão postergadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha um post
Tinha um post no meio do caminho
( ) Além do poema de Carlos Drummont de Andrade, o texto de Renato Terra dialoga com outros da esfera midiática, como a notícia e a reportagem, que têm abordado o tema das “reformas” cobradas no Brasil, caracterizando o que se conhece por paráfrase de conteúdo.
( ) A palavra “post” bem como a palavra “pedra”, presente no poema Carlos Drummont de Andrade, do qual o texto se origina, são do mesmo campo conceitual, ambas fazendo alusão à ideia de obstáculo, impedimento.
( ) A redundância estrutural, manifestada nas inversões sintáticas feitas em alguns dos versos, torna o texto pouco informativo e expressivo, sendo a criatividade atribuída à substituição do termo “pedra”, do poema original, por “post” na versão contemporânea.
A alternativa que apresenta o julgamento CORRETO é:
Na charge ilustrada abaixo, o diálogo entre os personagens centra-se na comparação do poder de destruição de um instrumento tecnológico que fora idealizado para facilitar a vida das pessoas (seja em relação ao processo comunicativo ou facilidade da realização de múltiplas atividades em menor tempo) ao de uma arma de fogo.

O texto situa-se em um contexto sócio-histórico-político. Infere-se da charge:
I- Ironia à evolução tecnológica, por aludir ao surgimento de uma nova forma de manifestação de violência.
II- Crítica ao uso excessivo do celular à medida que novos serviços são oferecidos aos usuários.
III- Alerta às pessoas para o perigo da liberação da posse de armas no Brasil.
IV- Reflexão sobre a polarização de ideias, fenômeno que tem se intensificado principalmente na área política.
A alternativa que traz a CORRETA interpretação é: