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Em um hospital geral, durante a administração de um antibiótico endovenoso, a técnica de enfermagem percebeu que o nome do paciente na prescrição estava divergente do prontuário e da pulseira de identificação. O farmacêutico clínico, ao ser acionado, reforçou a necessidade do cumprimento de protocolos institucionais de segurança do paciente, conforme estabelecido pela Portaria nº 2.095/2013. A medida alinhada com os Protocolos Básicos de Segurança do Paciente, conforme a referida portaria é:
Durante uma reunião da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) de um hospital de médio porte, foi solicitado ao farmacêutico hospitalar a análise da solicitação de inclusão de um novo antibiótico de amplo espectro no elenco padronizado da instituição. O medicamento proposto apresenta custo elevado e perfil de resistência bacteriana ainda pouco documentado. Diante disso, o farmacêutico utilizou critérios técnicos e clínicos previstos na política institucional para a seleção de medicamentos, considerando eficácia, segurança, custo-efetividade e disponibilidade. Com base no papel do farmacêutico hospitalar nesse processo é correto afirmar que:
Em um hospital a equipe de farmácia hospitalar identificou falhas frequentes na administração de medicamentos. A direção clínica solicitou à farmácia uma proposta de melhoria no processo de distribuição, que atualmente funciona por sistema de reposição coletiva, com estoques descentralizados nas unidades de internação. Após análise situacional optou-se por implementar o Sistema de Distribuição de Medicamentos por Dose Unitária. Três meses após a implementação, uma auditoria interna observou redução significativa nos erros de medicação, melhoria na comunicação entre os profissionais da saúde e economia no consumo de medicamentos. Com base no caso clínico e nos conhecimentos de sistemas de distribuição de medicamentos em farmácia hospitalar, e quanto às características do Sistema de Distribuição por Dose Unitária, conforme Cavallini e Polacow (2010), assinale a alternativa correta.
João, 58 anos, hipertenso e diabético tipo 2, realiza acompanhamento mensal em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após revisão de sua farmacoterapia pelo farmacêutico clínico, identificou-se controle pressórico inadequado e episódios de hipoglicemia. João relata tomar os medicamentos corretamente, mas não consegue explicar os horários exatos. Durante o seguimento farmacoterapêutico, o profissional decidiu utilizar um método estruturado, com fichas de acompanhamento, avaliação sistemática da efetividade, segurança e adesão ao tratamento, além de intervenções documentadas e monitoradas ao longo do tempo. Com base no caso apresentado e nos métodos de seguimento farmacoterapêutico, segundo Bisson (2021), a abordagem utilizada pelo farmacêutico foi:
Mulher, 67 anos, deu entrada em uma unidade hospitalar de média complexidade para tratamento de pneumonia. Durante a internação, foi identificada troca incorreta de medicação entre pacientes do mesmo quarto, o que gerou efeitos adversos em dois deles. Após o incidente, a Comissão de Segurança do Paciente da instituição realizou uma análise de causa raiz e identificou falhas na identificação do paciente e ausência de protocolos padronizados de conferência de medicação. Com base nesse cenário, à luz da PORTARIA Nº 2.095, DE 24 DE SETEMBRO DE 2013, que aprova os Protocolos Básicos de Segurança do Paciente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), quanto à aplicação dos protocolos obrigatórios de segurança do paciente, a alternativa correta é: