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Mulher de 41 anos procura atendimento por fenômeno de Raynaud há quatro anos. Nos últimos 18 meses passou a apresentar espessamento cutâneo em mãos, dificuldade progressiva para retirar alianças e sensação de aperto da pele dos dedos.
Ao exame físico, observou-se esclerodactilia distal, telangiectasias em face e mãos e cicatrizes puntiformes em polpas digitais.
Os exames laboratoriais evidenciaram:
• FAN HEp-2: reagente, 1:1.280, com padrão centromérico;
• Anti-Scl-70: 4 U/mL (VR < 20 U/mL);
• Anticorpo anticentrômero: reagente; e
• PCR: 0,4 mg/dL (VR < 0,5 mg/dL).   
Foi realizada capilaroscopia periungueal que mostrou presença de megacapilares, áreas de desvascularização e presença de micro hemorragias.
Para sustentar a hipótese diagnóstica de esclerose sistêmica, assinale a opção que apresenta o elemento de maior relevância. 
Homem de 67 anos procurou atendimento por dor em membro inferior direito há cerca de dois anos. Refere início insidioso, piora progressiva e limitação crescente para caminhar longas distâncias. Negou dor lombar significativa, parestesias ou sintomas sistêmicos.
Relatou dificuldade para calçar meias e sapatos e para entrar e sair do automóvel. A dor é percebida principalmente na região inguinal direita, com eventual irradiação para a face anterior da coxa. Os sintomas pioram com a marcha prolongada e melhoram com repouso.
Ao exame físico, apresentou marcha antálgica. Não há derrame articular no joelho nem alterações neurológicas nos membros inferiores.
Assinale a opção que apresenta o achado semiológico mais sugestivo do diagnóstico etiológico desse quadro. 
Mulher de 52 anos procurou atendimento por lombalgia há quatro meses. Refere início insidioso e progressão gradual da intensidade da dor. Relatou despertar noturno frequente, rigidez matinal de aproximadamente 50 minutos e melhora parcial com anti - inflamatórios não esteroidais. 
Nas últimas semanas, percebeu piora importante da intensidade da dor, atualmente EVA 8/10. Negou irradiação para membros inferiores.
Ao ser questionada, referiu perda ponderal não intencional de 5 kg nos últimos três meses e fadiga persistente.
Possui antecedente de carcinoma de mama tratado há seis anos. Para esse quadro, assinale a interpretação sindrômica mais adequada.  
Mulher de 46 anos com diagnóstico de fibromialgia há três anos retorna à consulta referindo dor difusa persistente, sono não reparador e fadiga. Nega sintomas depressivos relevantes. Já realizou programa supervisionado de exercícios físicos e educação em dor, com adesão satisfatória. Está em uso atual de dipirona 1 g, se necessário e ibuprofeno 600 mg, três vezes ao dia, há seis meses. Apesar do tratamento, mantém impacto importante dos sintomas sobre suas atividades diárias.
De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia para o tratamento farmacológico da fibromialgia, assinale a afirmativa correta.  
Mulher de 62 anos com esclerose sistêmica difusa evolui com doença pulmonar intersticial avançada e insuficiência respiratória crônica. Encontra-se em acompanhamento regular pela reumatologia e pneumologia, com necessidade de oxigenoterapia domiciliar. Nas últimas consultas, relata limitação progressiva para atividades cotidianas e múltiplas internações por descompensação respiratória.
Após discussão multiprofissional, conclui-se que não há indicação de escalonamento adicional da imunossupressão.
Para o contexto acima, assinale a opção que apresenta a conduta mais adequada.