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A disfonia flácida ocorre por comprometimento do neurônio motor inferior ou da junção neuromuscular, sendo que lesões do nervo vago, X par, (ramos laríngeo e faríngeo) podem causar paralisia ou paresia unilateral de prega vocal.



Lesões do nervo laríngeo recorrente podem acarretar em voz soprosa, rugosa com loudness fraca porque o efeito na laringe é devido ao fato de acontecer

Considere as seguintes definições: a voz bitonal é caracterizada por dois diferentes tons, como se ouvíssemos duas vozes, com frequência, intensidade e qualidade vocal diversas resultantes do desnivelamento das pregas vocais no plano horizontal, ou diferença de tensão, massa ou tamanho, e a voz áspera é típica das situações de rigidez de mucosa das pregas vocais.



A partir dessas definições, é correto afirmar que a bitonalidade, quando associada a uma qualidade vocal áspera devido a uma depressão na prega vocal que se opõe paralelamente à borda livre, pode ser alterações vocais causadas por

Analise o seguinte quadro clínico de Joana, 48 anos, professora do Ensino Fundamental, encaminhada para terapia fonoaudiológica: apresenta hipotireoidismo, é fumante, tem queixa de alteração progressiva na voz; o exame laringoscópico revela pregas vocais com volume aumentado, flácidas, com fluido gelatinoso, pregas vocais móveis à respiração e à fonação com fenda irregular, lesão difusa de coloração rosada; a voz é rouca, com pitch grave, fluida, por vezes crepitante; refere queixa respiratória durante o dia.



De acordo com o quadro descrito, é possível inferir que Joana tem uma lesão em pregas vocais que corresponde a  

No manejo de disfagia orofaríngea neurogênica em adultos, o fonoaudiólogo pode indicar a manobra postural de cabeça denominada de “queixo para baixo” pedindo ao paciente que abaixe o queixo em direção ao peito antes de deglutir, conferindo se há correto selamento labial.



Tal posicionamento de cabeça causa uma acomodação miofuncional de estreitamento da região supraglótica e aumento do espaço valecular e tem por objetivo: 

Considere a fisiologia da deglutição em fase oral, faríngea e esofágica para responder esta questão sobre senescência. Com o envelhecimento ocorre redução da sensibilidade tátil, térmica e gustativa da cavidade oral, interferindo na formação do bolo alimentar e no tempo de resposta motora para a deglutição.



Nesse sentido, no envelhecimento, podem ocorrer alterações nas fases oral e faríngea da deglutição, tais como: