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Paciente do sexo feminino, 22 anos, procurou o pronto- -socorro com queixa de visão dupla percebida ao acordar. A diplopia é horizontal e ocorre principalmente ao olhar para a esquerda, melhorando com o fechamento de um dos olhos. Tem antecedente de perda de sensibilidade no dimídio esquerdo, há 3 meses, que durou duas semanas e melhorou espontaneamente. Ao exame da movimentação ocular, no olhar conjugado para a esquerda, tinha limitação da adução do olho direito e nistagmo do olho esquerdo. A convergência era normal.
Qual é a etiologia provável dos sinais e sintomas dessa paciente? 
Paciente de 19 anos foi levado ao pronto-socorro devido a crises epilépticas reentrantes, há 30 minutos, sem recuperação da consciência entre elas. Tem antecedente de epilepsia, desde os 12 anos, secundária a um glioma de baixo grau que foi ressecado há 3 anos. As crises são focais e, por vezes, têm evolução para tônico-clônica bilateral. Faz uso de carbamazepina 200 mg de 8 em 8h.
Em relação a abordagem desse paciente no pronto-socorro, assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo masculino, 24 anos, com quadro de fraqueza em membros inferiores, iniciada há 2 dias, com piora progressiva, associada à dormência em membros inferiores e dificuldade para urinar e defecar. Não tem antecedentes relevantes. Ao exame, apresenta paraparesia crural com força muscular grau 2, reflexos osteotendinosos reduzidos em membros inferiores e hipoestesia em membros inferiores com nível sensitivo em T10.
Sobre o quadro clínico desse paciente, é correto afirmar:
Paciente do sexo masculino, 26 anos, com queixa de perda visual bilateral progressiva há 1 semana, sem dor a movimentação ocular. Negou doenças prévias. Ao exame, apresenta edema de papila bilateral, acuidade visual 20/200 e reflexo fotomotor reduzido bilateralmente. Exames laboratoriais mostram VDRL sérico positivo 1/64 e teste treponêmico s??rico positivo. A ressonância de crânio e normal.
Em relação ao caso apresentado, é correto afirmar:
Paciente do sexo feminino, 32 anos, com cefaleia de forte intensidade e persistente, há 7 dias, está em uso de analgésicos sem melhora significativa. Nega história prévia de cefaleia ou uso de medicação contínua. Ao exame físico, apresenta papiledema sem outros achados.
Qual deve ser a abordagem inicial nesse caso?